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(UFAC) Qual a molaridade de uma solução de hidróxido de sódio formada pela mistura de 60 mL de solução a 5 M com 300 mL de solução a 2 M do mesmo soluto?

RESPOSTA LETRA C) 2,5 mol/L
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(UDESC-2006) Os ácidos e as bases são muito comuns em nosso cotidiano: a bateria de um automóvel contém ácido sulfúrico; o ácido muriático usado para a limpeza de pisos e azulejos contém o ácido clorídrico; o amoníaco utilizado para limpeza geral, contém hidróxido de amônio; e o hidróxido de magnésio encontra-se presente no leite de magnésia, usado para combater a acidez estomacal.

As fórmulas químicas associadas aos compostos destacados no texto acima são, respectivamente:

a)    H2SO4; HCℓ; NH4OH; Mg(OH)2.

b)    H2SO3; HCℓ; NH3OH; MgOH.

c)     H2S; HCℓO; AmOH; Mg(OH)2.

d)    H2SO4; HCℓO2; NH3OH; MgOH.

e)    H2SO3; HCℓO; NH4OH; Mg(OH)2.


RESPOSTA LETRA  a)    H2SO4; HCℓ; NH4OH; Mg(OH)2.




A introdução de um soluto não volátil provoca no solvente:

RESPOSTA:

E) uma diminuição do ponto de congelamento.

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MUITO OBRIGADO, UM GRANDE ABRAÇO PS ELIAS.




(PUC -PR) Analise as alternativas abaixo e assinale a única incorreta:

RESPOSTA:

D) Gás carbônico caracteriza um óxido básico.


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Analise as alternativas a seguir e assinale apenas a que estiver 100% correta.


RESPOSTA:


e) A identidade de um elemento químico e dada pelo número atômico.



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Um elemento químico A apresenta propriedades químicas semelhantes ás do oxigênio. A pode ter configuração eletrônica:


RESPOSTA:

e) 1S² 2S² 2P6 3S² 3P4



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3.2 (IME) O elemento químico que apresenta configuração eletrônica 1s² 2s² 2p6 3s² 3p3 está localizado, na tabela periódica.




RESPOSTA:

e) no terceiro período e grupo VA;


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Átomos de um determinado elemento químico apresenta, normalmente, 2 elétrons na primeira camada, 8 elétrons na segunda, 16 na terceira e 2 elétrons na quarta camada. O grupo e o período em que se encontra esse elemento são, respectivamente:


RESPOSTA:


c) Grupo 10 e 4° período;


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a)50 mL


b)100 mL


c)500 mL



d)900 mL

e)1000 mL

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Resolução logo abaixo: Resposta letra D



Por André Luis Silva da Silva

O elemento químico alumínio é classificado na Tabela Periódica dos Elementos Químicos como um semi-metal, em virtude de comportar-se como metal sob determinadas condições, e como não metal, sob condições distintas. Sua alta resistência térmica e baixa densidade o faz possuir diversas aplicabilidades, que vão desde o meio residencial ao meio industrial, conforme pretende-se demonstrar neste texto.

O alumínio é um metal encontrado em abundância na crosta terrestre, aproximadamente 8%, mas raramente é encontrado em sua forma livre. Suas atuais aplicações industriais são recentes, sendo produzido em escala industrial e difundido no mundo todo somente a partir do final do século XIX. Quando descoberto constatou-se que a sua separação das rochas que o continha era dispendiosa e complexa. Assim, durante algum tempo, fora considerado um metal precioso, chegando a ser considerado mais valioso do que o ouro ou qualquer outro metal.

Considerando-se a relação entre a quantidade (em massa) e o valor econômico do metal empregado, a utilização do alumínio supera a de qualquer outro metal elementar. É, portanto, um metal de múltiplas atividades econômicas. O alumínio, quando em elevado grau de pureza, apresenta maior ductilidade (capacidade de formar fios) do que o aço. Quando componente de algumas ligas (mistura homogênea entre metais), possui aplicação em alguns componentes utilizados na aviação civil e exploratória.

Devido ainda à sua alta reatividade química (capacidade de reagir quimicamente com outros elementos, sendo vasto o número de compostos nos quais pode ser encontrado) o alumínio, quando finamente pulverizado, é utilizado como combustível para alguns foguetes e na produção industrial de explosivos. Outras aplicabilidades deste metal são:

em alguns meios de transporte, como elemento estrutural de embarcações e veículos terrestres e aéreos;
para revesti mento em embalagens diversas, destacando-se as latas e as embalagens Tetra Pak;
na construção civil, como meio estrutural de portas, esquadrias, janelas, portões, divisórias, entre outros;
como bens de uso cotidiano, como embalagens domésticas e ferramentas diversas;
nas redes de transmissão elétrica. Ainda em menor proporção do que o cobre (a condutividade elétrica do alumínio é de cerca de 40% a do cobre) o seu uso se concentra nos meios de transmissão a longas distâncias, em vista do menor custo deste metal em ralação ao cobre, permitindo assim sua utilização em longas distâncias em determinadas torres de transmissão;
e em recipientes para armazenamento de substâncias sob temperaturas muitos baixas, recipientes estes conhecidos como meios criogênicos.

Referências:
EPSTEIN, Lawrence M.; ROSENBERG, Jerome l.; Química Geral, (Coleção Schaum), Porto Alegre: Bookman, 2003.
JONES, Chris J.; A Química dos Elementos dos Blocos d e f, Sociedade Brasileira de Química, Bookman, São Paulo/SP – 2002.
MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J.; Química: um curso universitário, Ed. Edgard Blucher LTDA, São Paulo/SP – 2002.
São considerados arseniatos os compostos derivados do elemento químico arsênio (As), um semi-metal sólido nas condições ambientes, localizado no 4° Período da Família 5A (15) da Tabela Periódica, com número atômico 33 e massa atômica 72,922. Esse elemento, em sua forma pura, é utilizado para beneficiamento do espelho, vidro e alguns diodos. Um arseniato clássico contém o íon AsO43-, dando origem a um sal arsênico, onde o elemento As apresenta estado de oxidação +5 (pentavalente).
Os sais arseniatos e os sais fosfatos assemelham-se em vários aspectos, incluindo o estado de oxidação de seu ânion (3-), pois os elementos As e fósforo (P) aparecem na mesma Família da Tabela Periódica, dando origem aos ácidos fosfórico (H3PO4) e arsênico (H3AsO4), quando em pH baixo. Em soluções alcalinas seus ânions existem na forma livre. “Arseniatos ocorrem naturalmente em uma variedade de minerais. Esse minerais podem conter hidratos ou anidro arseniatos”. Mas apesar das compatibilidades, ao contrário dos fosfatos, arseniatos não são perdidos de um mineral a partir dointemperismo. Exemplos de arseniatos contendo minerais incluem a adamita e a alarsite.
Arseniatos são muito difundidos na Química de Complexação. A reação química entre soluções contendo arseniato de sódio (Na3AsO4) com sais de metais pesados dão origem a formação de arseniatos complexos, cuja composição é fundamentalmente influenciada pelo pH do meio. Uma vez que a adsorção de As2O5 por hidróxidos metálicos é comum, métodos analíticos reacionais não são eficazes para determinação de sua composição, sendo necessárias outras alternativas, como espectrofotométricas e instrumentais.
“O arseniato pode substituir o fosfato inorgânico no passo da glicólise que produz 1,3-bisfosfoglicerato, produzindo antes 1-arseno-3-fosfoglicerato. Esta molécula é instável e é rapidamente hidrolisada, formando o próximo intermédio do processo, 3-fosfoglicerato. Assim, a glicólise ocorre, mas a molécula de ATP que seria gerada a partir de 1,3-bisfosfoglicerato perde-se - o arseniato é uma desacoplador da glicólise, o que explica a sua toxicidade” ¹.
Não se deve confundir o elemento químico arsênio ou seus derivados em geral com um de seus compostos em particular, o trióxido de arsênio, ou popularmente arsênico, um dos mais poderosos venenos que conhecemos. Sua intoxicação é imediata, o organismo tenta expulsá-lo por vômito e diarréia, mas sua absorção metabólica geralmente é mais rápida, e a vítima pode chegar a óbito por falência cardíaca. Em relação às dosagens letais, estas variam muito de um indivíduo a outro, uma vez que o organismo pode adquirir tolerância ao veneno, mas sempre quando em dosagens baixas.


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Os coloides, ou sistemas coloidais, são misturas em que as partículas dispersas têm um diâmetro compreendido entre 1 nanômetro e 1 micrometro, partículas estas que podem ser átomos, íons ou moléculas. O nome coloide vem do grego “kolas”, que significa “que cola” e foi criado pelo químico escocês Thomas Graham, descobridor desse tipo de mistura.
Nesse sistema, as partículas dispersas são significativamente menores do que aquelas que podem ser percebidas a olho nu, porém, bem maiores do que as moléculas individuais. Tais partículas recebem o nome de partículas coloidais. Devido ao seu tamanho, as partículas coloidais são capazes de perpassar por um filtro, mas não por uma membrana semipermeável. Elas são grandes o bastante para refletir e dispersar a luz, dispersão esta conhecida como efeito Tyndall. Veja:
No vasilhame em amarelo há uma solução, enquanto o outro contém uma suspensão coloidal. O trajeto da luz através da suspensão coloidal pode ser visto porque a luz é desviada pelas partículas coloidais, como ocorre no vasilhame em vermelho. No outro caso, a luz não pode ser desviada pelas moléculas do soluto na solução.
Os coloides não sedimentam e, quando observados num ultramicroscópio, iluminado lateralmente, apresentam diversos pontos de luz que se movem rapidamente em ziguezague, movimento denominado movimento browniano.
De acordo com o tipo de partícula coloidal, os coloides podem ser classificados em:
  • Aerossol – dispersão de um sólido ou um líquido em um gás. Como exemplo de aerossol pode-se citar a fumaça proveniente da queima de materiais e o nevoeiro.
  • Espuma – dispersão de um gás em um sólido em um líquido. A espuma líquida e o creme de leite batido, mais conhecido como chantilly são exemplos de espuma.
  • Emulsão – dispersão de um líquido em um sólido ou outro líquido. Os exemplos mais comuns desse tipo de coloide são o queijo, a manteiga e a maionese.
  • Sol – dispersão de um sólido em um líquido. Exemplo: tintas e vidros coloridos.
  • Gel – sólido de textura gelatinosa e elástica formado por uma dispersão coloidal, em que o disperso apresenta-se no estado líquido e o dispersante no estado sólido.
No nosso dia a dia, os coloides podem ser encontrados em alguns alimentos como cremes vegetais, geléias de frutas, leite, temperos, sorvete, além dos já citados; em produtos de higiene pessoal, como xampus, sabonetes, cremes dentais e de barbear, cosméticos e outros. Existem também importantes coloides biológicos como o sangue, o humor vítreo (substância gelatinosa presente no olho) e o cristalino (uma espécie de lente localizada no olho responsável pela focalização das imagens).
Referências:
http://bioquimica.ufcspa.edu.br/pg2/pgs/quimica/coloides.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloide
http://www.slideshare.net/profissionalizando/coloides-presentation
Arquivado em: Físico-químicaQuímica


Aparelho de Kipp é um aparelho desenvolvido para produção de pequenos volumes de gases (hoje em dia não utilizado, pois a produção de gás aumentou necessitando novas maneiras de extração mais rendosas) podendo ser construído somente em vidro ou polietileno, devido aos constituintes das reações serem extremamente corrosivos. Sua principal atividade era a de extrair gases como H2S, CO2, H2S (gás sulfídrico).
Aparelho de Kipp. Foto: Jan Kaliciak / Shutterstock.com
Aparelho de Kipp. Foto: Jan Kaliciak / Shutterstock.com
Seu inventor Petrus Jacobus Kipp foi um químico flamengo que trabalhava em um laboratório em Delf (Países Baixos) desenvolveu o aparelho sob encomenda, mas acabou a utilizando para si, também na produção de vários gases na época, um reconhecimento disto esta entalhado no brasão de química holandesa que possui um aparelho de Kipp no desenho.
Seu principal uso é na extração de gases como mencionado acima como, por exemplo:
Ac. Sulfúrico (H2SO4) → Sulfeto Ferroso (FeS) = Ac. Sulfídrico (H2S) + H2O
Ac. Cloridrico (HCl) → Carbonato de Calcio (CaCo3) = Gás Carnono (CO2)
Ac. Cloridrico (HCl) → Metal Determinado = Gás Hidrogenio (H2)
OBS: mesmo o sendo Ac. sulfídrico este se encontra na forma de gás.
O aparelho é formado por três cilindros sobrepostos um sobre os outros, cada cilindro possui uma terminação em forma de tubo especial a cada um deles para a função, por exemplo,  o primeiro tem um tubo responsável pela liberação do ácido no sólido, e contando que o cilindro central possui uma válvula (ou torneira) para a extração do gás e também de maneira simples controlar a reação, deixando-a fluir ou interronpendo-a.
No cilindro superior coloca-se a parte líquida da reação ou seja o ácido em questão como por exemplo o acido sulfúrico, no cilindro central coloca-se a parte solida no caso sulfeto ferroso. Quando a produção inicia-se o ácido entra em contato com a parte solida gerando a reação e o gás é libarado pela válvula do cilindro central, assim quando se quer interromper a reação a valvula é fechada e a pressão do gás aumenta no cilindro central fazendo com que o ácido seja empurrado para a parte superior encerrando o ciclo reacional.
Fontes:
http://www.krishnalaboratory.com/kipp-s-apparatus.htm
http://www.iqsc.usp.br/iqsc/servidores/docentes/pessoal/mrezende/arquivos/guia_de_aulas.pdf
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A matéria, quando constituída por um conjunto de átomos ou de moléculas quimicamente iguais, recebe o nome de substância pura ou de espécie química. Por que podemos definir como quimicamente iguais? Porque fisicamente os átomos do mesmo elemento podem ser diferentes; poderemos ter isótopos.
Desse modo, por exemplo, o hidrogênio, o ferro e a água são substâncias puras. Logo: substância pura é a espécie de matéria constituída por átomos ou moléculas quimicamente iguais, de modo a apresentarem características bem definidas.
Assim, se numa porção de matéria existirem átomos ou moléculas quimicamente diferentes não teremos uma substância pura, teremos então uma mistura.
Tanto as substâncias puras como as misturas podem receber diversas classificações, conforme determinadas características comportamentais ou sua natureza.
As misturas poderão ser classificadas conforme o seu aspecto, homogêneo ou heterogêneo, e este segundo aspecto conforme ao seu número de fases (bifásica, trifásica ou polifásica). Ou segundo o seu comportamento sob aquecimento, eutética ou azeotrópica.
As substâncias puras requerem um menor número de classificações, pois apresentam menor complexidade em relação às misturas. Por exemplo, podem ser abordadas como simples ou compostas. Assim:
● Substância pura simples: é toda substância formada por átomos de um único elemento químico.
Exemplos: cobre (Cu), formado unicamente por átomos de cobre. Hidrogênio (H2), formado unicamente por átomos do elemento hidrogênio. Ozônio (O3), formado unicamente por átomos do elemento oxigênio.
● Substância pura composta: é toda substância formada por átomos de dois ou mais elementos químicos.
Exemplos: água (H2O), formada por átomos de dois elementos: hidrogênio e oxigênio. Gás carbônico (CO2), formado por átomos de dois elementos: carbono e oxigênio. Carbonato de cálcio (CaCO3), formado por átomos de três elementos: cálcio, carbono e oxigênio.
Dessa forma, a tabela abaixo traz algumas substâncias puras encontradas em nosso cotidiano, juntamente com a sua fórmula molecular e com a sua classificação.
SUBSTÂNCIA PURAFÓRMULA MOLECULARCLASSIFICAÇÃO
cloroCl2simples
gás carbônicoCO2composta
ácido nítricoHNO3composta
enxofreS8simples
sacaroseC12H22O11composta
cobreCusimples
ácido sulfúricoH2SO4composta
glicoseC6H12O6composta
nitrogênioN2simples
hélioHesimples
ferroFesimples
bicarbonato de sódioNaHCO3composta
As substâncias simples  pertencerão, predominantemente, aos estados físicos sólido (no caso dos metais, por exemplo) e gasoso (no caso o gás oxigênio, por exemplo). As duas únicas substâncias puras simples líquidas são o mercúrio e o bromo. O primeiro é conhecido por ser o único metal líquido, o segundo apresenta-se como um líquido extremamente volátil de coloração avermelhada.
Referências:
FELTRE, Ricardo; Fundamentos da Química, vol. Único, Ed. Moderna, São Paulo/SP – 1990.


Alcanos (ou Parafinas)
Alcanos são os hidrocarbonetos alifáticos (cadeia aberta) saturados, isto é, apenas com ligações covalentes simples (C─C) entre seus átomos de carbono.
Fórmula geral:
CnH2n+2
onde n é o número de átomos de carbono na molécula.
Com efeito, cada carbono está ligado a dois átomos de hidrogênio, com exceção dos dois carbonos das extremidades da cadeia, ligados a três átomos de hidrogênio.
Exemplo: Butano (C4H10)
H3C─CH2─CH2─CH3
butano
Portanto, o número de átomos de hidrogênio é o dobro do número de átomos de carbono, somando dois.
Os alcanos estão entre os compostos orgânicos menos reativos frente aos reagentes comuns de laboratório; de fato seu outro nome, “parafinas”, deriva de expressão latina que significa que eles têm pouca afinidade por outros reagentes.
Não se deixe enganar pelo significado disto. Lembre-se que boa parte dos combustíveis (gás de fogão, gasolina, óleo diesel, querosene, etc.) é constituída por alcanos: a grande quantidade de energia obtida é gerada na reação dos alcanos com o oxigênio do ar.
metano, por exemplo, pode formar misturas com o ar que são perigosamente explosivas: essas misturas são responsáveis por grande número de acidentes em minas de carvão.
Alcenos (ou Alquenos, ou Olefinas)
Alcenos são os hidrocarbonetos alifáticos insaturados, isto é, que apresentam uma ligação covalente dupla (C═C) entre seus átomos de carbono.
Fórmula geral:
CnH2n
O número de átomos de hidrogênio é o dobro do número de átomos de carbono. Em relação aos alcanos, a formação da dupla ligação “retira” dois átomos de hidrogênio.
Exemplo: 1-buteno (C4H8)
H2C═CH─CH2─CH3
1-buteno
Os alcenos diferem dos alcanos pela presença de uma insaturação, uma ligação π (pi), que confere considerável reatividade aos alcenos frente a muitos reagentes comuns de laboratório.
O eteno, ou etileno, constitui o mais simples dos alcenos e se apresenta como um gás incolor e insolúvel na água. Esse gás tem a propriedade de formar líquidos oleosos quando em reação comcloro ou bromo, daí ter sido chamado de gás oléfiant (gás gerador de óleo). Desse nome surgiu a denominação “olefinas”, empregada para todos os alcenos.
Alcinos (ou Alquinos ou Acetilenos)
Alcinos são os hidrocarbonetos alifáticos insaturados, isto é, que apresentam uma ligação covalente tripla entre átomos de carbono sem que a seqüência de carbonos forme um ciclo.
Fórmula geral:
CnH2n-2
O número de átomos de hidrogênio da molécula de alcino é o dobro do número de átomos de carbono, menos dois. Em relação aos alcenos, a formação da tripla ligação “retira” dois átomos de hidrogênio.
Exemplo: Propino (C3H4)
Como os alcenos, os alcinos são também insaturados e, por isso, sofrem facilmente reações de adição, e os métodos para prepará-los (uma parte pelo menos) envolvem reações de eliminação (que geram instaurações).
acetileno ou etino, C2H2, é o alcino mais simples. Trata-se de um gás de grande importância que foi descoberto em 1836, na Inglaterra, por Edmund Davy (primo do famoso químico Humphry Davy). Inicialmente considerado apenas uma curiosidade de laboratório, logo ganhou grande utilidade como combustível para iluminação (em queimadores apropriados, o acetileno produz luz muito mais clara do que qualquer outro combustível), como combustível para soldas, e como matéria prima para indústria química.



Assim como em outros países, no Brasil, o trabalho com elementos nucleares também já causou fatalidades. Porém diferente dos acidentes ocorridos em Usinas Nucleares, o Césio-137 (como é conhecido), foi uma catástrofe ocorrida fora de uma usina nuclear, e por total desconhecimento por parte de seus causadores.
No dia 13 de setembro de 1987, na cidade de Goiânia, em Goiás, dois catadores de lixo encontraram uma máquina em um instituto de radioterapia que por hora encontrava-se abandonado. Neste aparelho estava acoplada uma cápsula que continha elemento radioativo (cloreto de césio-137) e que fora levado por estes dois catadores a fim de vender a maquina que era composta de metal e lhes renderiam dinheiro na venda em um ferro velho.
Quando barganhado no ferro velho e depois de aberto pelo dono, o mesmo encontrou um pó branco, parecido ao sal de cozinha, que quando no escuro, brilhava numa cor azulada. Maravilhado com este fenômeno que o mesmo denominou como “sobrenatural”, levou o pó para casa e chamou os conhecidos para que pudessem ver o elemento que havia encontrado e que não se assemelhava em nada com o que conheciam.
Algumas horas depois, muitas das pessoas que foram expostas a esta radiação apresentaram sintomas como vômito, diarréia e tonturas. Sem saber por que estavam passando mal, foram ao hospital onde os médicos diagnosticavam como uma virose e receitavam remédios para a mesma. Porém a esposa do dono do ferro velho, ao ver sua filha muito doente resolveu colher uma amostra do pó que seu marido encontrara na máquina e levou à vigilância sanitária da cidade.
Com isso e após muitas pesquisas, foi diagnosticado que se tratava de um problema nuclear e que as pessoas que foram contaminadas necessitavam urgentemente serem tratadas. As primeiras medidas foram isolar as pessoas e seus pertences e fornecer a população, uma substancia que supostamente eliminaria a radiação no organismo, processo o qual se daria através da urina e fezes. Quanto aos objetos e roupas, todos foram altamente lavados para que retirassem boa parte da radiação.
Algum tempo depois algumas pessoas vieram a óbito, devido a não ter suportado a radiação liberada pelo material. Todas as roupas, objetos e pertences dos moradores contaminados foram isolados em barris e contêineres que poderão ser abertos somente daqui a 180 anos, devido ao receio de contaminação. Após o incidente cerca de 600 pessoas morreram, e até hoje, boa parte da população ainda necessita de tratamento para manter-se estável. As pessoas que foram contaminadas reclamam da ausência do governo e do ministério público, que não fornece suporte, remédio e tratamentos para os infectados, porém em contraponto o governo afirma subsidiar a medicação necessária, porem alega que toda a doença que as pessoas adquirem posteriormente, está interligada ao acidente do Césio-137.

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