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(UEPG) Um corpo de massa 20 kg é arrastado sobre uma superfície horizontal para a qual o coeficiente de atrito é 0,2 por ação de uma força também horizontal de 200 N. Supondo g = 10 m/s², a aceleração imprimida foi de:


RESPOSTA LETRA C) 8 m/s²
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(UFRGS) Qual é o módulo da velocidade com que o relógio foi lançado?


RESPOSTA LETRA D) 12 m/s
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Determine a velocidade angular do ponteiro do relógio que marca segundos:

REPOSTA LETRA D r/30 rad/s
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O gráfico a seguir mostra o comportamento térmico de um corpo inicialmente sólido de massa igual a 200g. O corpo recebe calor de uma fonte de potência constante á razão de 1000 cal/min.








DETERMINE:

a) temperaturas de fusão e de ebulição;

FUSÃO 10 Cº

EBULIÇÃO 70 Cº



b) capacidade térmica no estado sólido;





c) calor específico no estado líquido;




d) calor latente de vaporização.






(UEL) Um corpo de massa 3.0 kg,inicialmente em repouso, é puxado sobre uma superfície horizontal sem atrito por uma força constante, também horizontal, de intensidade 12 N. Após percorrer 8,0m a velocidade do corpo, em m/s vale:


RESPOSTA LETRA B)8,0








(PUC-RS) A força que atua sobre um corpo varia com a posição, de acordo com o gráfico abaixo.


RESOLUÇÃO:




RESPOSTA LETRA D.


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a)0,6;


b)2,5;


c)0,2;;


d)1,5;


e)1,7.


RESOLUÇÃO: RESPOSTA LETRA E.


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a) 40 m/s ²


b) 10 m/s²



c)8 m/s²


d) 16 m/s²


e) n.d.a

RESOLUÇÃO ABAIXO: RESPOSTA LETRA C.






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a) 144 m/s


b) 72 m/s


c) 14,4 m/s


d) 12 m/s


e) 1,2 m/s


RESOLUÇÃO: RESPOSTA LETRA D.





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Física Quântica tem sua origem com os estudos de Max Planck (1858 – 1947). Na sua teoria quântica, este cientista propõe que cada átomo só pode trocar pacotes discretos de energia.
Um corpo negro teria a capacidade de absorver toda a radiação incidente, e também seria um emissor perfeito. O físico Kirchoff prova que a emissão de energia é dependente da temperatura e da frequência da radiação emitida. Em estudos precedentes, Rayleigh-Jeans deduz a fórmula para a radiação ρT do corpo negro classicamente. A expressão obtida tem a forma:
\rho_T (v)dv = \frac{8 \cdot \pi \cdot v^2 \cdot k \cdot T}{c^3}dv
Mas a fórmula de Raylegh-Jeans conduz à chamada “catástrofe do ultravioleta”, dada pela discrepância nos resultados teóricos em relação aos resultados experimentais. Este modelo satisfaz apenas para baixas frequências, uma vez que para altas energias, o valor da densidade de energia tende a um valor muito alto.
Planck preferiu tratar a energia ε como se ela fosse variável discreta, e não como variável contínua como nas propostas anteriores. Desta forma, ele tomou
ε = 0, Δε, 2Δε, 3Δε, 4Δε, ... nΔε
como conjunto de valores possíveis da energia. Deste modo, Δε é o intervalo entre estes valores.
Segue de toda esta análise de Planck, que ele poderia obter εméd ≈ kT quando os Δε forem pequenos, e εméd ≈ 0 quando os Δε forem grandes.
Segue que ele observa a necessidade de se escrever os Δε em função de uma variável crescente, no caso a freqüência ν. Após uma série de considerações, Planck supõe que há uma proporcionalidade entre as grandezas em questão, de modo que temos
Δε ~ ν
Reescrevendo em forma de igualdade, obteve-se a equação
Δε = h.ν
Onde h é a constante de proporcionalidade, então conhecida como a Constante de Planck.
Posteriormente, Planck determinou o valor da constante h, e tal valor ajustava melhor sua teoria aos resultados experimentais, bem próximo do valor aceito hoje, que é de
h = 6,63x10-34J.s.
A previsão de Max Planck, ao utilizar a proposta de pacotes discretos de energia. Deste modo, o valor médio da energia é dado por
\varepsilon_{med}(v) = \frac{hv}{e^{hv/kT} -1}

A previsão de Planck para a densidade de energia do espectro do corpo negro dá
\rho_T (v)dv = \frac{8 \pi v^2}{c^3} \frac{hv}{e^{hv/kT}-1}dv

Esta última é o espectro de corpo negro de Planck, e está em total acordo com os resultados experimentais, conforme EISBERG (1979).
Abaixo, o gráfico desta função densidade de energia.

Referências bibliográficas
EISBERG, Robert RESNICK, Robert.  Física Quântica – Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. Tradução de Paulo Costa Ribeiro, Ênio Costa da Silveira e Marta Feijó Barroso. Rio de Janeiro:Campus, 1979.
Arquivado em: Física



bomba de nêutrons é a última categoria da bomba atômica. Geralmente é um dispositivo termonuclear pequeno, com corpo composto por níquel ou cromo, no qual os nêutrons gerados na reação de fusão nuclear intencionalmente não são absorvidos pelo interior da bomba.
bomba de neutronsAs emanações de raios-X e de nêutrons de alta energia são o principal mecanismo destrutivo do equipamento. Os nêutrons são mais penetrantes que outros tipos de radiação, de tal maneira que muitos materiais de proteção que bloqueiam raios gama são pouco eficientes contra eles. A bomba de nêutrons tem ação destrutiva apenas sobre organismos vivos, mantendo, por exemplo, a estrutura de uma cidade intacta. Isso pode representar uma vantagem militar, visto que existe a possibilidade de eliminar os inimigos e apoderar-se de seus recursos.
Os efeitos de uma explosão nuclear podem ser divididos nas categorias: a explosão, a radiação térmica, a radiação nuclear direta e a indireta.
A reação de explosão no núcleo de uma Bomba atômica consiste em uma onda de choque que se espalha na forma de uma esfera com raio crescente. Esta onda de choque é um aumento seguido de uma diminuição da pressão do ar, ambos muitos rápidos. A uma distância de 1 km, uma explosão de uma bomba atômica (fissão nuclear) de 20 kiloton provoca uma variação na pressão da ordem de uma atmosfera. Isso é suficiente para destruir construções de concreto, como casas e prédios. Uma bomba termonuclear (fusão nuclear), pode chegar a até 10 megaton (= 10.000 kiloton). 1 kiloton significa 1.000 toneladas de explosivo TNT (trinitrotolueno), o que equivale a 1012 calorias, ou 4.184 × 1012 J de energia. A densidade de energia que a onda de choque carrega diminui com o inverso do quadrado da distância (1/r²), por um fator puramente geométrico. A 2 km de distância, a mesma bomba atômica provoca uma onda de choque com uma variação de 0,25 atmosferas, o que é suficiente para destruir casas de madeiras e atirar escombros a mais de 360 km/h.
O outro efeito destruidor das armas nucleares é o calor liberado. Este, porém sofre mais diminuição do que a onda de choque, porque além do fator geométrico 1/r² ainda há a absorção e espalhamento da radiação térmica pelo meio. Mesmo assim, a 2 km de distância, uma bomba atômica de 20 kilotons ainda provoca queimaduras de terceiro grau nas pessoas e é capaz de incendiar materiais inflamáveis como madeira e tecidos. No local da explosão, a bola de fogo se forma tão rapidamente que provoca ventos de 180 a 360 km/h, o que espalha mais ainda o incêndio causado. Este efeito não é uma exclusividade das bombas nucleares. Estas apenas têm uma maior intensidade. Com uma única bomba termonuclear é possível, considerando os dois efeitos já descritos, destruir completamente uma área circular com raio de 10 km. Com uma explosão nuclear, nêutrons e radiação gama são emitidos. Ambos decrescem com 1/r² e a distância na qual são letais é a mesma para as ondas de choque e térmica. Os efeitos desta radiação são o aparecimento de várias doenças, como tipos variados de câncer e modificações genéticas. Estas modificações se devem a troca dasbases nitrogenadas na sequência da molécula do DNA.
Outro efeito exclusivo de bombas atômicas é devido aos elementos radioativos que são liberados na explosão. Eles são vaporizados devido ao calor liberado e vão para a atmosfera formando nuvens carregadas com elementos radiativos, conhecidas como nuvens radioativas. Estas nuvens podem circular durante anos. Nas chuvas, estes elementos caem e se infiltram no solo, entrando em contato com o lençol freático. Quando essa água é absorvida pela vegetação, os elementos radiativos vão junto. Em seguida esses elementos podem chegar ao organismo do homem de várias maneiras diferentes. Uma delas é o homem ingerir diretamente alimentos vegetais contaminados. Outra, é o homem comer carne de animais que se alimentaram de vegetação contaminada. Uma vez os elementos estando no corpo humano, vão se acumulando. Cada elemento pode ter um efeito danoso particular. O estrôncio, por exemplo, é muito similar ao cálcio. Devido a isso, ele se acumula facilmente no tecido ósseo do corpo humano. Assim, a pessoa fica com o esqueleto extremamente fraco e debilitado, podendo quebrar algum osso muito facilmente, além de ficar muito propenso a ter câncer nesses tecidos. Eliminando o material físsil de uma bomba termonuclear, é possível fazer uma bomba com uma explosão limpa, que não provocará chuva radioativa no futuro, e seus efeitos nocivos.
Ainda há outro efeito exclusivo de bombas nucleares. Além da radiação gama, há uma grande emissão de raios X. Essas duas radiações interagem com as moléculas da atmosfera, criando uma grande corrente de elétrons que se espalha a partir do ponto de explosão. Estes elétrons são acelerados pelo campo magnético da Terra gerando ondas eletromagnéticas na forma de um pulso. Tal pulso pode gerar um colapso na rede elétrica de uma cidade impossibilitando qualquer uso de energia elétrica. Esse é o chamado efeito PEM (pulso eletromagnético).
As Bombas de Nêutrons não apresentam efeitos explosivos, como destruição de construções de concreto. Eliminando o 238U, essas bombas 'reduzem' o seu poder para a faixa dos kilotons. Quando ativadas, elas produzem um intenso feixe de nêutrons, que carregam uma dose letal de radiação. Estima-se que uma bomba de nêutrons de 1 kiloton sujeita um homem, protegido com colete e a uma distância de 1 km, a uma dose de 103 rads. Isso é suficiente para matar em um prazo de poucos dias. Essas bombas de nêutrons tiveram um objetivo específico quando projetadas: serem usadas quando um exército inimigo invadisse um território. A razão disso é que a bomba de nêutrons mataria todo o contingente inimigo, mas deixariam intactas as construções, já que uma bomba termonuclear normal destruiria todo o território, ao invés de salvá-lo.

História

O conceito da bomba de nêutrons foi desenvolvido por Samuel Cohen do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, em 1958. Apesar de inicialmente sua prova ser contrariada pelo então dos Estados Unidos, Presidente John F. Kennedy, ela acabou sendo autorizada e realizada em 1963, numa instalação de testes subterrânea no estado de Nevada (EUA). O desenvolvimento da bomba foi adiado subsequentemente pelo Presidente Jimmy Carter em 1978, por conta dos protestos partidários contra os planos da sua administração para desenvolver ogivas de combate de nêutrons na Europa. O Presidente Ronald Reagan reiniciou a produção em 1981.
Três variantes foram construídas pelos Estados Unidos: O W66, ogiva de combate para o sistema de míssil anti-ICBM Sprint, que foi produzido e desenvolvido na metade dos anos setenta e se encerrou logo depois disso junto com o sistema de míssil; o W70 Mod 3, ogiva de combate, desenvolvido para o míssil de alcance limitado, tático Lance; e o W79 Mod 0, que foi desenvolvido para baterias de artilharia. Os dois tipos posteriores foram encerrados pelo Presidente George Bush (pai), em 1992, devido ao fim da Guerra Fria. O último modelo, W70 Mod 3 foi desmantelado em 1996, e a última bomba de nêutron restante foi desmantelada em 2003 quando do desmantelamento de todas as classes de W79 foi completada.
A França testou uma bomba de nêutrons no Atol de Moruroa em 24 de Junho de 1980. Armas de radiação ampliadas também foram produzidas pela França nos primeiros anos da década de 80, entretanto eles destruíram estas armas posteriormente. O "Cox Report de 1999" informou que a China poderia produzir bombas de nêutrons, e que Israel desenvolveu bombas de nêutrons em 1996, embora não se conheça nenhum País onde estejam sendo desenvolvidas atualmente tais bombas.


âmbar (do grego elektron) é uma resina fóssil, amarelada,  semitransparente e quebradiça que, na idade antiga despertou o interesse dos filósofos naturais por apresentar por apresentar a propriedade de, em certos casos, atrair alguns materiais e repelir outros. Foi então que Tales de Mileto  passa afazer investigações das possíveis causas desta “anormalidade” da substância.
Com o passar dos anos, e com o avanço dos estudos acerca da estrutura da matéria, os cientistas descobriram que o átomo, antes indivisível, perdeu a razão de ser de seu nome (átomo significa indivisível).  Dentre as várias partículas que compõem o átomo, está o elétron.
Imagem extraída de http://www.coe.ufrj.br/~acmq/leroy.jpg.
Imagem extraída de http://www.coe.ufrj.br/~acmq/leroy.jpg.
Antes de sua descoberta oficial, Otto von Guerickeconstrói a primeira máquina eletrostática em 1660. Sua máquina eletrostática que, dentre as várias aplicações, passou a servir como instrumento de diversão. Um dos espetáculos mais bizarros acontecia quando uma bela jovem era ligada à máquina, que produzia eletricidade estática por atrito, eletrizava a jovem e aqueles que se encorajavam, pagavam vultosas quantias para experimentar o beijo da mulher elétrica. O perigo da exposição a correntes elétricas ainda era desconhecido na época.
Charles Augustin de Coulomb, em 1788, demonstra empiricamente que a força elétrica obedece à relação do inverso do quadrado da distância. Sendo assim, quantificar o quanto esta interação depende do elétron passa a ser questão de tempo.
Experiência da gota de óleo. (Ilustração: www.divulgon.com.ar/marzo03/imagenes/exp3.gif)
Experiência da gota de óleo.
O grande passo se dá quando ocorre a descoberta do elétron pelo físico britânicoJoseph John Thomson1 em 1897 quando fazia estudos acerca da estrutura da matéria, onde esta, independentemente de suas propriedades, contém partículas de mesmo tipo cuja massa é muito menor que a dos átomos dos quais elas são parte. Apresenta os resultados de sua pesquisa na Conferência na Royal Institution,  e usando campos elétricos e magnéticos defletores, mediu a razão carga-massa dessescorpúsculos; este experimento permitiu concluir que a massa deles é cerca de 1000 vezes menor que a do átomo de hidrogênio. Estas descobertas culminam com a descoberta de um valor médio para acarga do elétron.
O valor exato para a carga do elétron surge com o físico norte americano Robert Andrew Milikan2, o que lhe rendeu o prêmio Nobel de Física de 1923.
O experimento se constitui de um condensador de placas horizontais entre os quais existe ar. Um borrifador lança gotas finíssimas de óleo que tem seu comportamento observado por um microscópio  cujo eixo é paralelo às placas. Para conhecer e manipular o experimento de Milikan, visitehttp://rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php .
Quando não há campo elétrico entre as placas do condensador, as gotas caem lentamente com velocidade constante em função da presença do ar. Ou seja, o peso da gota, a força de resistência do ar e o empuxo exercido pelo mesmo se equilibram. Para conhecer detalhadamente toda a experiência (inclusive a demonstração matemática) visite o site http://www.e- quimica.iq.unesp.br/.
descoberta do elétron não se deve, obviamente, aos nomes citados acima. Sua descoberta é resultado de um conjunto de pesquisas em vários locais do mundo por vários séculos, contando desde a Grécia antiga aos dias atuais.
Sua descoberta modificou desde a visão que se tinha do átomo até o modo de vida das pessoas. Aenergia elétrica, por exemplo, deve-se à descoberta desta partícula e à sua correta manipulação. Em vários ramos do conhecimento humano esta partícula está envolvida: no meio ambiente combate a poluição industrial, é a “peça principal” da eletrônica, aplicações médicas, etc.
O objetivo deste texto foi, apenas, o de nortear os caminhos acerca da busca e compreensão desta partícula de tamanha importância no processo do desenvolvimento histórico da Ciência, assim como na sua influência nas nossas vidas.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D; WALKER, J. Fundamentos de Física. ED. 8. LTC
WESTPHALL, W. Tratado de Física. ADAPTADO A LA ENSEÑANZA EN UNIVERSIDADES Y ESCUELAS TÉCNICAS SUPERIORES. Ed. Labor. Barcelona, 1956
1 Prêmio Nobel de física em 1906 por suas pesquisas sobre condução de eletricidade através dosgases. Em 1908 é congratulado com o título de cavaleiro da coroa britânica. Passa a integrar o corpo docente do Trinity College em 1918. No laboratório de Henry Cavendish, exerceu intensa atividade científica e de magistério. Obra princila: Conduction of Electricity Through Gases - 1903; (Condução de eletricidade através dos gases), na qual reúne os resultados de suas pesquisas.
2 Alguns de seus livros: Ciência e Vida(1924); Evolução em Ciência e Religião (1927); Ciência e da Nova Civilização (1930); Tempo, matéria e Valores (1932). Pouco antes de sua morte, ele publicou Elétrons (+ e -), prótons, fótons, nêutrons, mesons e Raios Cósmicos (1947; outro rev. Ed. Do elétron, mencionado anteriormente), e sua Autobiografia(1950).



De forma simplificada, buraco negro  é uma região do espaço que possui uma quantidade tão grande de massa concentrada que nada consegue escapar da atração de sua força de gravidade, nem mesmo a luz, e é por isso que são chamados de “buracos negros”.
Buraco negro (concepção artística). Ilustração: NASA/JPL-Caltech [domínio público], via Wikimedia Commons
Buraco negro (concepção artística). Ilustração: NASA/JPL-Caltech [domínio público]
Até hoje a melhor teoria para explicar este tipo de fenômeno é a Teoria Geral da Relatividade, formulada por Albert Einstein. Mas, para entender melhor do que se trata um buraco negro é preciso entender alguns conceitos.
Segundo a teoria de Einstein, a força da gravidade seria uma manifestação da deformação no espaço-tempo causada pela massa dos corpos celestes, como os planetas ou estrelas. Essa deformação seria maior ou menor de acordo com a massa ou a densidade do corpo. Portanto, quanto maior a massa do corpo, maior a deformação e, por sua vez, maior a força de gravidade dele. Consequentemente, maior é a velocidade de escape, força mínima que deve ser empregada, para que um objeto possa vencer a gravidade deste corpo. Por exemplo, para que um foguete saia daatmosfera terrestre para o espaço ele precisa de uma força de escape de 40.320 km/h. Em Júpiter, essa força teria de ser 214.200 km/h. Essa diferença muito grande, é porque sua massa é muito maior que a da Terra.
É isso que acontece nos buracos negros. Há uma concentração de massa tão grande em um pontotão infinitamente pequeno que a densidade é suficiente para causar tal deformação no espaço-tempo que a velocidade de escape neste local é maior que a da luz. Por isso que nem mesmo a luz consegue escapar de um buraco negro. E, já que nada consegue se mover mais rápido que a velocidade da luz, nada pode escapar de um buraco negro.
Esses tais buracos negros seriam estrelas em seu último estágio de evolução, quando, depois de consumir todo seu combustível, a estrela com massa maior que 3 massas solares, se transformam em uma supernova com um “caroço” no centro. Se a massa deste caroço, que pode ou não se formar, for maior que 2 massas solares ele cai sobre si mesmo, transformando-se em um buraco negro.
Às vezes acontece da estrela evoluir no que chamamos de “sistema binário fechado” quando duas estrelas ficam muito próximas e há transferência de matéria de uma para outra, podendo fazer com que uma delas acumule matéria em excesso provocando sua explosão em uma supernova. Nestes casos, o mais provável é que ela evolua para uma estrela de nêutrons, quando elétrons e prótons se fundem em nêutrons. Mas, acontece que em alguns sistemas a concentração de massa é muito grande e ocorre a formação de um buraco negro que continua “sugando” a massa daquela outra estrela maior.


bomba atômica foi inventada por volta dos anos 40. Devido à Segunda Guerra Mundial  que omundo enfrentava, os europeus viram a necessidade que o mundo precisava de novas armas. Assim que os pesquisadores europeus foram expulsos para os Estados Unidos, devido ao nazismo e o fascismo, começaram a pesquisar sobre os átomos. Em cima das idéias de Einstein  eles imaginavam que se um átomo se colidisse com outro átomo iria gerar uma grande quantidade de energia, que seria suficiente para uma explosão atômica e dizimaria uma população inteira, daí desenvolveram a bomba atômica.
Explosão atômica. Ilustração: Keith Tarrier / Shutterstock.com
Explosão atômica. Ilustração: Keith Tarrier / Shutterstock.com
Os primeiros testes da bomba foram realizados no deserto do Novo México e como obtiveram sucesso no teste os Estados Unidos usou-a na Segunda Guerra Mundial contra o Japão, onde matou aproximadamente 350.000 de pessoas em Hiroshima e Nagazaki, que foi considerado o maior ataque a população civil da história.
Após este período vários países como Rússia, França, China, Reino Unido, Israel, Paquistão e Índia desenvolveram ogivas nucleares e hoje declaram estes armamentos para fins ofensivos.
Hoje em dia existem armamentos mais fortes que a bomba atômica, devido ao avanço na tecnologia, como é o exemplo da bomba de hidrogênio.
utomóvel se mantenha com uma velocidade constante e mesmo para realizar as tarefas cotidianas sempre muda-se a velocidade ou constância que se realiza uma atividade.
Exemplos:
1. Um automóvel freia diante de uma colisão iminente.
2. Apertamos o passo para chegar a tempo ao trabalho
Em situações deste tipo é necessário medir quão rápido foi esta mudança de velocidade, assim representa-se esta mudança por a.
- Um corpo sob uma trajetória orientada:
- Este corpo muda sua velocidade ao longo de um determinado tempo (t1), percorrido uma distância S
- Sua mudança de velocidade ocorre sempre em intervalos de tempo iguais



Todos os tipos de ondas (eletromagnéticas ou mecânicas) podem sofrer o fenômeno da absorção, que nada mais é o meio capturar a energia da onda, fazendo com que a sua amplitude e distânciaalcançada diminua.
A quantidade de energia de uma onda pode ser determinada pela amplitude. Quando a onda está passando por um meio, existe atrito, quase inexistente, mas existe. Quando ocorre o atrito, a onda perde energia, diminuindo então a sua amplitude. É por isto que ondas de rádio tem limite de cobertura, pois montanhas, prédios e outros obstáculos contribuem para aumentar o atrito com as ondas.
absorção de onda - fenomeno ondulatorio
Fenômeno de absorção e as cores
Certamente você já deve ter percebido que roupas de cor escura (preto), quando utilizadas sob o sol, esquentam mais do que roupas mais claras. Isso ocorre por que a cor preta absorve uma grande quantidade de energia, fazendo com que as suas partículas se agitem mais, aumentando atemperatura do material.
Já as roupas e materiais brancos, refletem grande parte da energia luminosa, absorvendo somente uma pequena parte, e portanto esquentam menos.

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