Tarefas Resolvidas

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Quem Governou o Brasil pela primeira vez??


R: O primeiro reinado foi de D. Pedro I governou o Brasil como Imperador, entre 1822 a 1831, ano de sua abdicação.Chama-se Brasil Império o período da história do Brasil que se iniciou com a Independência, em 7 de setembro de 1822, e terminou com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Durou, portanto, pouco mais de 67 anos.


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Atividades de História


1) De onde vieram os escravos para o Brasil?

R: De Portugal.


2) Como os escravos eram tratado?

R: Eram tratados muito mal, eles eram tratados como animais, sem direito a nenhuma liberdade, além de sofrerem torturas constantes.


3) O que nós herdamos dos escravos?

R: Herdamos o vocabulário cultura capoeira religião carnaval samba, etc.




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(MACKENZIE-SP) Assinale a alternativa correta.


RESPOSTA LETRA A


a) O método da historia fundamenta-se principalmente na critica dos documentos que permite  a verdade histórica, dando lhe um caráter cientifico.




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(MAUÁ) Assinale a alternativa correta.


RESPOSTA LETRA E


e) História: é a ciência que interpreta cientificamente os acontecimentos políticos, sociais, econômicos, artísticos e filosóficos, os quais contribuem para aperfeiçoar as condições materiais, intelectuais e morais em que vive o homem atualmente.

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(UFSC) Socialmente, os sans-culottes representam citadinos que vivem de seu trabalho, seja como artesãos, seja como profissionais de ofício; alguns, depois de uma vida laboriosa, se tornam pequenos proprietários na cidade, e usufruem as rendas de um imóvel. Portanto, os sans-culottes não devem ser confundidos com o indigente que eles querem socorrer". PÉRONNET, Michel. "A revolução Francesa em 50 palavras-chave". São Paulo: Brasiliense, 1988, p. 248-249. Sobre a Revolução Francesa no século XVIII e os sans-culottes, é CORRETO afirmar que:

(01) a sociedade francesa na segunda metade do século XVIII era uma sociedade dividida em: o clero e a nobreza, compondo o primeiro e o segundo estados, que exploravam e oprimiam o terceiro estado, formado por uma composição muito heterogênea: burgueses, camponeses e sans-culottes. 

(02) apenas o terceiro estado pagava os impostos, já que o clero e a nobreza tinham isenção tributária, mas eram eles que usufruíam os tesouros reais, através das pensões vitalícias e dos cargos políticos. 

(04) os sans-culottes, do ponto de vista material, ganharam muito pouco com a Revolução Francesa. Mas politicamente deixaram a sua marca na tradição da ação popular, inspirando os sonhos revolucionários durante o século XIX. 

(08) os sans-culottes, com sua ideologia socialista, formaram a base do primeiro partido comunista organizado na França durante os anos da revolução. (16) uma das principais reivindicações do terceiro estado era a abolição dos privilégios de nascimento e a instauração da igualdade civil.

(16) uma das principais reivindicações do terceiro estado era a abolição dos privilégios  de nascimento e a instauração da igualdade civil.


RESPOSTAS : 1,2,4,16



1) quem eram os francos?

R: Povos da Gália que eram divididos em vários reinos.

2) Quem era Clóvis?

R: O rei  das dinastias merovíngia.


3) Porquê o império chamava-se merovíngia?

R: Em homenagem ao seu avo MEROVEU.


4) Quais os povos invadiram este reino?

R: VIKINGS, HÚNGAROS


5) Quem governaram estes reinos?

R: Carlos O'Calvo, Luis Germanico, Lotario


6) Quem era Pepino o Breve?

R: O primeiro rei da dinastia Carolíngio.


7) Quem foi Carlos Magno?

R: O primeiro rei do Império Carolíngio.


8) O que ele criou?

R: Criou igrejas escolas de arte, etc.


9) Quando foi coroado?

R: Foi coroado 800 d.c no natal.


10) Oque é tratado de Verdum?

R: 843 que o reino foi dividido o império Carolíngio



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1)Explique a origem dos jogos

R: Os jogos existem desde a pré-história e seus registros indicam  as mais variadas formas de jogar nas diversas partes do mundo. Como forma de manifestação da cultura de povos na Asia, na America pré-colombiana, na África, na Austrália e entre os indígenas das ilhas mais longínquas do Oceano Pacifico, foram encontrados jogos de expressão utilitária, recreativa e religiosa.


2) Cite 06 características dos jogos.

R:Caracteriza-se pela espontaneidade,flexibilidade, descompromisso, criatividade, fantasia e expressividade.


3) Por que o jogo é uma atividade livre?

R:O jogo é uma atividade livre que deve ser realizada sem caráter da obrigatoriedade.


4) Por que o ser humano é competitivo?

R:A competitividade se desenvolve ao longo da vida de acordo com as experiencias e a forma como somos estimulados a competir.


5) Qual a diferença entre jogo e esporte?

R:O jogo não deve estar sujeito a ordens ou regras rígidas, a não ser nos caso em que represente uma atividade cultural com a finalidade de perpetuação de hábitos dos mais diversos povos.


6) O que é atividade lúdica?

R:Como pensar tal pratica relacionamento conceito, sem e fazer de forma lúdica.


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A alvenaria estrutural tem suas origens na Pré-História. É assim um dos mais antigos
sistemas de construção da humanidade.

As primeiras alvenarias, em pedra ou em tijolo cerâmico seco ao sol, apresentavam grandes
espessuras em suas obras mais imponentes, face ao desconhecimento das características
resistentes dos materiais e de procedimentos racionais de cálculo. Valeu por muitos séculos
a prática adquirida pelos construtores.

As construções em alvenaria de pedra ou tijolo cerâmico queimado, assentados com barro,
betume e mais tarde com argamassas de cal, pozolana e finalmente cimento Portland,
predominaram até o início de nosso século.

No final do século 19 as estruturas em aço começam a assumir o domínio das grandes
obras, face a evolução dos métodos de cálculo e da tecnologia do metal, resultando em
aproveitamento de espaços perdidos no então reinante empirismo da alvenaria estrutural.

Com o aprimoramento do cimento e o domínio do aço, as estruturas em concreto armado
são marcantes no início do nosso século e se tornam, junto com as edificações metálicas, os
sistemas estruturais predominantes até a metade do século, não só pela menor área útil
ocupada, mas igualmente pelo custo mais baixo em relação às pesadas obras em alvenaria
estrutural.

Por volta de 1950, entretanto, começam a surgir normas que permitem calcular a espessura
necessária das paredes e a resistência das alvenarias, em bases de cálculo mais racionais e
experimentações laboratoriais, principalmente na Suíça.

Bem sucedidos empreendimentos naquele país parecem ser responsáveis pelo
ressurgimento do sistema construtivo em alvenaria estrutural na Europa na década de 50,
quando foram construídos muitos prédios altos, com paredes bastante esbeltas.

Os anos 60 e 70 foram marcados por intensas pesquisas experimentais e aperfeiçoamento
de modelos matemáticos de cálculo, objetivando projetos resistentes não só a cargas
estáticas e dinâmicas de vento e sismo, mas também a ações de caráter excepcional, como
explosões e retiradas de paredes estruturais.

Hoje, nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e muitos outros países, a alvenaria
estrutural atinge níveis de cálculo, execução e controle, similares aos aplicados nas
estruturas de aço e concreto, constituindo-se num econômico e competitivo sistema
racionalizado, versátil e de fácil industrialização, face as diminutas dimensões do
componente modular básico empregado (bloco).



Por Thiago Augusto Ramos César

Prólogo - Eram tempos de guerra, as Cidades-Estado gregas estavam á frente de uma ameaça Persa, que vinha invadindo território helênico., sob o Comando de Xerxes, que continuava uma guerra já começada por seu pai, Dário I. No ano de 484 a.C , Xerxes chega com seu exército e marinha nas terras da Ásia Menor e, de acordo com o filósofo Heródoto de Halicarnassus, ele possuía mais de 5 milhões de homens, mas hoje em dia especula-se que o número está em torno de 250 Mil soldados, o que não deixa de ser uma gigantesca ameaça, que com certeza conferia uma vantagem numérica vertiginosa em relação aos Gregos.

Preparação - Uma aliança foi logo forjada entre as Cidades-Estado gregas, comandada pela militarista Esparta. Leônidas I, rei e general espartano estudou muito bem o terreno e escolheu Termópilas como o lugar ideal pra um combate deste calibre, onde a superioridade numérica Persa não poderia ser usufruída, devida a pequena passagem que existe em Termópilas. A idéia é simples, e pode ser facilmente exemplificada, pensando num corredor de uma escola, onde somente 10 alunos podem passar lado á lado, sendo o resto limitado á velocidade em que andam os primeiros 10 alunos, por limitações físicas do local. Aplicado em batalha, os milhares de persas não poderia entrar todos em combate ao mesmo tempo devido ao limite físico do terreno, sendo assim um combate não de números, mas de qualidade e valor militar.

Distribuição - As tropas Gregas constituíam-se de 300 Hoplitas Espartanos, a elite da elite guerreira helênica, e mais 7000 aliados de outras cidades gregas. As tropas gregas eram mestras no uso da formação de falange (Phalanx), ou seja, uma massa de soldados, alinhados em linha e colunas coesas, protegidos por um grande escudo e lanças apontadas para frente, tornando-se uma barreira virtualmente intransponível quando combatida frente á frente.
Dentre as tropas de Xerxes, encontravam-se os famosos Immortais, a tropa de elite do Rei, que prometia causar o terror nas tropas inimigas quando requisitadas pra combate.



A Batalha – Batedores Persas informaram á Xerxes que, os espartanos estavam aguardando, com uma força militar infinitamente menor, porém, ainda assim pareciam despreocupados pois penteavam seus cabelos, passavam óleo no corpo, sem aparente ansiedade. Esperando que os gregos se rendessem, Xerxes esperou 4 dias e, quando viu que ninguém estava disposto a sair de lá sem antes lutar ou morrer, ordenou um ataque no quinto dia.

Como citado acima, os gregos se dispuseram em Falanges, formando uma muralha de lança e escudos de ponta a ponta da passagem de Termópilas. Os persas, com roupas leves, lanças leves e flechas não conseguiam passar pela muralha grega, que lutava bravamente, onde não podiam ser flanqueados ou cercados devido ao terreno, portanto reduzindo brutalmente a vantagem dos números nitidamente maiores do exército Persa.

Xerxes não estava satisfeito com o resultado, e disse que iria fazer um chuva de flechas tão grande, que cobriria a luz do sol, sendo a resposta de um dos soldados Gregos : “Muito bem, lutaremos na sombra”.

No Segundo dia de batalha, os persas estavam sendo aniquilados assim como no primeiro dia e Xerxes ordenou o ataque da sua elite, os Immortais, pensando assim quebrar a formação Grega, porém, foi um ledo engano, e a falange espartana infligiu pesadíssimas baixas na elite persa, forçando-os á bater em retirada.
Ainda nesse segundo dia, Ephialtes, um dos gregos, desertou para o lado Persa e informou Xerxes de uma passagem alternativa por Termópilas, que resultaria num flanqueamento das tropas gregas. Alguns gregos, em torno de 100, guardavam essa passagem, porém foram atacados de surpresa pelo contingente persa, que passou e iniciou o começo do fim para os gregos.

O Revés – Estava nítido que a derrota era certa e Leônidas dispensou os Gregos não-espartanos e não-tebanos, mas ainda assim, 600 outros soldados se recusaram a abandonar a batalha e decidiram morrer lutando para retardar o avanço persa.

O combate foi brutal e os gregos foram empurrados para uma pequena montanha, enquanto seus números iam diminuindo cada vez mais. Os Espartanos eram soldados de elite, treinados desde de criança para dar suas vidas por Esparta e assim iriam fazer. Após um tempo de violentíssimo combate, Leônidas, o rei Espartano, é morto e batalha, o que normalmente iria desmoralizar sua tropa, mas o contrário aconteceu, os espartanos lutaram bravamente para proteger seu corpo. É dito que, quando suas lanças quebraram, os Espartanos lutaram com suas espadas (xiphos) e quando estas quebraram, o combate foi com as próprias mãos e dentes. Até que o ultimo soldado espartano foi derrubado à flechadas.

As Conseqüências - Os gregos conseguiram causar um grande impacto sob as tropas de Xerxes, matando dois de seus irmãos e enfraquecendo enormemente a força invasora Persa, onde em posteriores batalhas, os persas foram facilmente derrotados, inclusive no mar, forçando o fim da campanha invasora Persa.
Além de um grande feito, essa batalha mostrou como o terreno e a qualidade de tropas influencia num combate, sendo que até hoje ela é lembrada e estudada pois é mais que uma batalha, é um marco da história.

Veja Grécia Antiga

Thiago Augusto Ramos César


Alexandre, o Grande
As guerras Médicas e do Peloponeso enfraqueceram as cidades-estado porque sua pequena população foi em grande parte morta durante a guerra; as cidades sofreram destruições e as atividades agrícolas e comerciais foram prejudicadas.
Filipe II, da Macedônia, aproveitou-se do declínio das cidades gregas para conquistá-las. A Macedônia, pequena faixa de terra, situava-se no Norte da Grécia e era habitada por povos descendentes dos primitivos gregos. Viviam da agricultura do pastoreio.
A modernização da Macedônia começou com Filipe II, que a governou a partir de 356 a.C. Após uma série de reformas internas, conhecendo as rivalidades existentes entre os Estados Gregos, iniciou a conquista da Grécia. Em 338 a.C., Filipe venceu os gregos na Batalha da Queronéia. Morreu dois anos mais tarde, em 336 a.C.
Alexandre Magno dominou a revolta grega iniciada após a morte de seu pai, Filipe II e colocou em prática o plano de conquistar o Oriente, aliado aos gregos. Este era um antigo projeto grego, a fim de tomar posse dos tesouros persas, para vingar os ataques de Dario e Xerxes e estender o seu domínio além do mar Egeu.
Alexandre Magno tornou-se imperador aos 20 anos de idade. Grande militar – considerado um dos maiores guerreiros da Antiguidade – aos 18 anos Alexandre se destacara como comandante de uma das alas do exército macedônico, na batalha de Queronéia.
Alem de excelente militar, Alexandre era dotado de um grande potencial intelectual, pois fora discípulo de Aristóteles, o maior filósofo do século IV e talvez de toda a Grécia Antiga.
Como imperador, ele superou a obra do seu pai e da maioria dos grandes imperadores orientais.
Devido a sua pouca idade, os gregos acreditavam que seria fácil se libertar da Macedônia. Enganaram-se. Tebas se rebelou com a ajuda de Atenas mas, em dois dias, foi derrotada e Alexandre mandou destruir a cidade. A única casa que ficou de pé foi a casa onde havia vivido Píndaro, um poeta grego que Alexandre admirava.
Alexandre expandiu o seu império em direção da Ásia e da África. Conquistou o império persa, a Fenícia, o Egito e a parte da Índia. Ele pretendia conquistar até a região do rio Ganges, na Índia, porém seus soldados, cansados de tantas guerras seguidas, se recusaram a segui-lo.
De qualquer maneira, a Macedônia já havia se tornado o centro de um dos maiores impérios do mundo antigo: O Império de Alexandre.
Uma das principais características de Alexandre Magno foi a maneira como ele tratou os povos vencidos:
- Respeitou suas religiões e instituições políticas;
- Incentivou o casamento entre vencidos e vencedores;
- Permitiu que jovens persas participassem dos exércitos greco-macedônicos;
- Tentou fundir os povos, buscando eliminar as diferenças e as desigualdades entre eles.
Agindo assim, Alexandre Magno criava condições para uma integração cultural no vasto império por ele conquistado. O resultado mais importante do seu trabalho foi a chamada cultura helenística, que se originou da fusão da cultura grega (helênica) com a cultura oriental.
Após a morte do grande imperador, em 323 a.C., e como conseqüência das lutas internas, o império foi dividido entre seus principais generais.
Formaram-se três grandes reinos:
- O da Síria: formado pela Síria, Ásia Menor, Mesopotâmia e Pérsia;
- O do Egito: abrangendo o Egito, a Fenícia e a Palestina; e
- O da Macedônia: que englobava a Macedônia e a Grécia.
Surgem, como características desse império:
– Sob o aspecto político, o império de Alexandre, dividido em vários reinos, cujos governantes, descendentes de gregos e macedônios, adotaram os costumes das monarquias orientais;
– Sob o aspecto econômico, abriram-se novas rotas de comércio, ampliou-se a circulação de produtos de luxo e especiarias, que se difundiram no Ocidente. Cidades como Alexandria, Pérgamo e Antioquia transformaram-se em centros produtores de tecidos, cerâmica, metalurgia e construção naval.
– Sob o aspecto cultural, as transformações foram importantes: a cultura grega fundiu-se com as orientais – egípcia, persa, babilônica, originando a cultura helenística.
A Cultura Helenística
A cultura helenística resultou da fusão da cultura grega com a cultura oriental, promovida pela expansão do império Macedônico com Alexandre Magno.
A Grécia não era mais o centro cultural do mundo. Os principais centros da cultura helenística foram Alexandria, no Egito, Antioquia, na Turquia, e Pérgamo, na Ásia Menor.
As principais contribuições para a formação do mundo ocidental ocorreram:
- Artes: se a arte grega caracteriza-se pelo equilíbrio, pela leveza e pelo humanismo, as artes helenísticas perderam aquelas características e passaram a ser dominadas pelo realismo exagerado e pelo sensacionalismo. Os artistas helenísticos não se preocupavam com o belo, mas sim com o grandioso e luxuoso.
Os maiores exemplos disso são o Farol de Alexandria, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo, e o Grande Altar de Zeus, em Pérgamo, com suas estátuas gigantescas de deuses, animais ferozes e monstros empenhados em violentos combates.
Houve, no entanto, pequenas exceções. Alguns escultores helenísticos criaram obras de singular beleza, tão singelas quanto as esculturas da época anterior, como as estátuas de Vênus de Milo e Vitória de Samotrácia.
A arquitetura caracterizou-se pela construção de luxuosos palácios e templos e pela origem de um novo estilo de colunas: o estilo coríntio.
Filosofia: as mais importantes doutrinas filosóficas helenísticas foram o estoicismo, criado por Zenon, e o epicurismo, criado por Epicuro.
Os estócios afirmavam que o homem não é senhor do seu destino, só encontrando a felicidade na aceitação do destino que lhe está reservado. Negavam a existência de diferenças sociais e pregavam que todos os homens são irmãos, pois são filhos do mesmo deus.
Os epicuristas, afirmavam que a alma é matéria, que o universo age por si só e que as questões humanas não sofrem intervenção dos deuses.
Além disso, os epicuristas faziam a apologia dos prazeres. Não apenas dos prazeres gastronômicos e sexuais, mas também dos prazeres intelectuais. Diziam que o mais alto prazer consiste na serenidade da alma, na ausência completa da dor física e moral.
Literatura: o destaque especial cabe ao teatro, com Menandro, autor de várias comédias sem cunho social e político, onde o tema dominante era o amor romântico que culminava com um casamento feliz.
Na poesia bucólica, autores como Teócrito celebravam a vida simples e os prazeres do povo do campo.
- Ciências: os conhecimentos científicos alcançaram tal nível de desenvolvimento, principalmente no campo da astronomia e da matemática, que fizeram com que as ciências helenísticas fossem as mais desenvolvidas da História, durante várias séculos.
Os grandes nomes deste período foram:
– Euclides: que desenvolveu de maneira extraordinária os conhecimentos de geometria;
– Arquimedes: descobridor da lei da alavanca e da hidrostática. Inventou o parafuso tubular para bombear água, a hélice, as lentes convexas e criou um planetário. Para defender sua cidade, cercada pelos romanos, construiu máquinas poderosas como catapultas, que atiravam pedras enormes sobre os inimigos; com um sistema de espelhos, que concentrava os raios solares, conseguiu incendiar vários navios romanos;
– Hiparco: estabeleceu os fundamentos da trigonometria, inventou o astrolábio e a representação do globo terrestre;
– Eratótenes: calculou a circunferência da Terra com uma margem de erro extremamente pequena;
– Aristarco: criador da teoria heliocêntrica, isto é, a teoria de que a Terra e os outros planetas giram em torno do Sol, que não foi aceita na época.
Foi o resultado da fusão da cultura oriental e helenística realizada por meio das conquistas de Alexandre Magno, difundindo a cultura em Alexandria, Pérgamo, Rodes, Antioquia e Siracusa, e findando-se com a conquista do mundo antigo, realizado por Roma.
Conclusão
Alexandre, o vencedor de heróis
Com doze anos, Alexandre domou o arisco Bucéfalo. Aos vinte e dois anos, partiu para a conquista da Ásia. Com trinta e três anos, morreu, vítima da malária. Foi senhor de um império nunca igualado.
Seu pai era Filipe II da Macedônia, monarca descendente de Hércules. Sua mãe era Olímpia, princesa de Épiro.
Durante toda a vida, Alexandre tinha em Aquiles o seu verdadeiro modelo.
Em 340 a.C, com 16 anos, ele substituía temporariamente o pai, então em combate, sendo depositário do selo e do poder real. Em 338 a.C, combateu com glória e coragem no comando da ala esquerda do exército em Queronéia, contra Tebas e Atenas. A partir dessa batalha, a Macedônia passou a dominar a Grécia.
Filipe II, casou-se com Cleópatra e Olímpia para vingar-se, no verão de 336 a.C, ordenou a um macedônio, Pausânias, que o assassinasse. Alexandre assumiu o trono.
Em 327 a.C, desposou Roxane, sua primeira mulher, para selar a união entre a Grécia e a Ásia. Morreu na noite de 13 de junho de 323, sucumbindo à malária.
Enterrado em Alexandria num magnífico monumento, é lembrado até hoje, pois o alexandrismo e sua expansão contribuíram para soldar as regiões e passar aos gregos, divididos e individualistas, a idéia de um helenismo federativo, de Pátria e democracia.
Enviando amostras, de tudo o que coletava, a Aristóteles conseguiu dar novos impulsos ao conhecimento grego, especialmente à Geografia, Astronomia e às Ciências Naturais.
Alexandre não somente destruiu um império, mas fez recuar os limites do mundo conhecido de seu tempo.
Após sua morte surge a cultura helenística que durou até a conquista do mundo antigo, efetuado por Roma. Essa cultura trouxe muitos benefícios como a Geometria, a alavanca, a catapulta, a trigonometria, a circunferência da terra, entre muitas outras que foram descobertas pelos grandes cientistas e pensadores da época; contribuições valorosas para a formação do mundo ocidental.
Bibliografia
1-Burns, Edward Menall, História da Civilização Ocidental
2-Arruda, José Jobson de A, História Antiga e Moderna
3-Toledo, Francisco Sodéro, História Antiga e Medieval
4-Revista História Viva, O grande Alexandre.



Revolta da Chibata ocorreu durante o governo de Hermes da Fonseca, em 1910. Foi um levante de cunho social, realizado em subdivisões da Marinha, sediadas no Rio de Janeiro. O objetivo era por fim às punições físicas a que eram submetidos os marinheiros, como as chicotadas, o uso da santa-luzia e o aprisionamento em celas destinadas ao isolamento. Os marinheiros requeriam também uma alimentação mais saudável e que fosse colocada em prática a lei de reajuste de seus honorários, já votada pelo Congresso. De todos os pedidos requeridos, o que mais afligia os marujos eram os constantes castigos a que eram sujeitos. Esta situação revoltou os marinheiros, que eram obrigados, por seus comandantes, a assistir a todas as punições aplicadas, para que elas servissem de exemplo. Os soldados se juntavam e ao estampido de tambores traziam o rebelado, despido na parte de cima e com as mãos atadas, iniciando o castigo.
A sublevação deu-se quando um marinheiro de nome Marcelino Rodrigues levou 250 chicotadas por ter machucado um companheiro da Marinha no interior do navio de guerra denominado Minas Gerais, que se encontrava a caminho do Rio de Janeiro. Os rebelados assassinaram o capitão do navio e mais três militares. Enquanto isso, na Baía de Guanabara, os insurgentes conseguiram a adesão dos marujos da nau São Paulo.
O condutor da insurreição, João Cândido - o célebre Almirante Negro –, foi o responsável por escrever a missiva com as solicitações exigidas para o fim da revolta.
O presidente Hermes da Fonseca percebeu que não se tratava de um blefe e decidiu ceder diante do ultimato dos insurgentes. Os marinheiros confiaram no presidente, entregaram as armas e os navios rebelados, mas com o término do conflito o governante não cumpriu com a sua palavra e baniu alguns marinheiros que haviam feito parte do motim. Os marinheiros não se omitiram diante deste fato, estourando outro levante na Ilha das Cobras, o qual foi severamente abafado pelas tropas do governo. Muitos marujos morreram, outros tantos foram banidos da Marinha. Quanto a João Cândido, foi aprisionado e atirado em um calabouço na Ilha das Cobras. Quando se livrou da prisão, encontrava-se emocionalmente amargurado, considerado até mesmo meio alucinado. Em 1912 ele foi julgado e considerado inocente. Historicamente ficou conhecido como o Almirante Negro, aquele que aboliu o uso da chibata na Marinha brasileira.



Genocídio é o nome dado ao assassinato deliberado de um grupo de pessoas e é caracterizado pela existência de diferenças.
O termo Genocídio é recente na história da humanidade, entretanto sua prática é longínqua. A palavra só passou a ser utilizada para identificar a matança deliberada de pessoas no final da primeira metade do século XX. Nesta ocasião, ocorreu o mais famoso dos genocídios no conhecimento popular, a matança de judeus promovida por Adolf Hitler e sua Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Para tentar explicar o elevado número de assassinatos de pessoas integrantes de um grupo específico e pressionar por justiça, o polonês Raphael Lemkincunhou o termo, em 1944, baseado no grego e que significa matar uma raça ou tribo.
O esforço de Raphael Lemkin fez com que as autoridades internacionais reconhecessem o Holocaustojudeu como um dos maiores crimes da humanidade, enquadrando-o na condição de genocídio. Assim, foram criadas leis internacionais e, em 1951, foi criada a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio.
A partir de sua inserção nas leis internacionais como crime contra a humanidade, o Genocídio passou a ser discutido por teóricos que identificam tal forma de assassinatos em massa como consequência de diferenças étnicas, nacionais, raciais e religiosas. A diferença política ainda é uma questão que divide os estudiosos do tema, pesquisadores concordam especialmente que o genocídio se trata de um tipo de limpeza étnica.
Genocídio foi praticado em diversas regiões do mundo muito antes mesmo da Segunda Guerra Mundial. A própria colonização da América, por exemplo, foi fortemente marcada por essa prática. Quando os espanhóis chegaram ao Novo Mundo promoveram uma grande onda de assassinatos em busca de seus interesses no novo continente, metais preciosos. Estima-se que tenham sido mortos 3 milhões de nativos. Da mesma forma que os espanhóis, os colonizadores da América do Norte também promoveram grande matança dos povos indígenas totalizando valores semelhantes ao da América Espanhola.

Mas é o século XX o recordista disparado em quantidade de genocídios registrados. Antes da grande quantidade de assassinatos de judeus pelos nazistas, houve ainda o genocídio de armênios e de ucranianos, este com estimativa de até 10 milhões de mortes. O Holocausto judeu levou à morte cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas.
Após a adoção do termo Genocídio e sua inserção em leis internacionais, assassinatos em grande escala voltaram a acontecer ainda no Camboja, em Kosovo, na Ruanda, na Bósnia e no Iraque, por exemplo.
O Brasil reconheceu o Genocídio como crime e determinou leis para condenar sua prática em 1956.

FONTES:
http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10007043
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http://blocodeconcret.blogspot.com.br/2015/10/arena-imoveis.html
Big Bang
Durante muito tempo, os homens se questionaram sobre como o Universo teria surgido. Aos poucos, foi necessário abandonarmos a ideia de que ocupamos uma posição central no Universo e adotarmos a concepção de que nossa localização no Universo é insignificante.
A teoria do Big Bang considera que as galáxias estão se afastando umas das outras, conforme observado por Edwin Hubble, em 1930. Assim, admite-se que, em um passado distante, em torno de 10 a 15 bilhões de anos atrás, todas as galáxias encontravam-se em um mesmo ponto, a uma temperatura muito alta, que se expandiu no Big Bang.

Hubble Hubble

Portanto, embora o nome "Big Bang" nos remeta à ideia de uma espécie de explosão, na verdade, o que ocorreu foi uma expansão, a partir de um estado minúsculo (e muito denso) para o que é hoje. Em outras palavras, a Teoria do Big Bang não tem a finalidade de explicar o que iniciou a criação do Universo, o que existia antes do Big Bang ou até o que existe fora do Universo e, sim, como ele se "transformou" no que hoje chamamos de Universo.
O padre, engenheiro civil e cosmólogo belga Georges-Henri Lemaître foi, muito provavelmente, o primeiro a propor um modelo para o Big Bang, em 1927. Ele imaginou que toda a matéria estivesse concentrada em um ponto, que ele chamou de átomo primordial, e que este átomo havia se partido em muitos pedaços, os quais iam se fragmentando mais e mais, até chegarem aos átomos que conhecemos hoje. A hipótese levantada por Lemaître é a primeira ideia de que teria ocorrido uma fissão nuclear (processo no qual um átomo pesado se fragmenta em núcleos mais leves e estáveis).

Lemaitre Lemaître

Apesar de incorreta, uma vez que a hipótese desenvolvida por Lemaître viola as leis da estrutura da matéria, ela inspirou os modelos modernos de teorias sobre a origem do Universo.
Independemente de Lemaître, o matemático e metereologista russo Alexander Friedmann descobriu toda uma família de soluções para as equações da Teoria da Relatividade Geral (trata-se da teoria da gravidade, descrevendo a gravitação como a ação das massas nas propriedadades do espaço e do tempo, que acaba não só afetando o movimento dos corpos, mas também de outras propriedades físicas).
Mas, então, como funciona a teoria do Big Bang?
Conforme já dito, embora a expressão remeta à uma situação de explosão, a teoria do Big Bang busca explicar o desenvolvimento do Universo a partir do instante imediatamente posterior ao seu surgimento até o que temos conhecimento nos dias atuais.
Assim, a maioria dos estudiosos do assunto concebem o Big Bang como o momento no qual toda a matéria e toda a energia do Universo estavam concentradas em um único ponto, extremamente pequeno, semelhante ao que Lemaître havia proposto. Este ponto teria expandido, arremessando matéria por todo o espaço, fazendo surgir o Universo. Assim, quando falamos em Big Bang, nos referimos à expansão do espaço em si. A figura abaixo ilustra melhor esta situação.

Ao observarmos o céu à noite, percebemos que as galáxias estão afastadas umas das outras como se o céu fosse "preenchido" por espaços vazios.
No início do Big Bang, toda a matéria, toda a energia e todo o espaço que hoje observamos estavam comprimidos em uma área de volume zero e densidade infinita que, para os cosmólogos, recebe a denominação de singularidade.
Assim, no início do Big Bang, o Universo era muito denso e quente, além de possuir uma energia extremamente grande. Entretanto, expandiu-se muito rapidamente, tornando-se menos denso e resfriando-se.
À medida que sofria expansão, a matéria começou a se formar, ao mesmo tempo que a radiação foi perdendo energia. E, em apenas alguns segundos, o Universo estava formado a partir de uma singularidade que se estendeu pelo espaço.
Após a formação do Universo, surgiram as quatro forças fundamentais da natureza:
  • Força Gravitacional;
  • Eletromagnetismo;
  • Força Nuclear Forte;
  • Força Nuclear Fraca.

Isso significa que, no início do Big Bang, estas quatro teorias eram unificadas. Pouco tempo depois do início do Universo estas teorias se dividiram e passaram a ser como nós as conhecemos hoje.
No entanto, ainda é um enigma para os cientistas saber como estas forças já estiveram unidas. Muitos cientistam ainda persistem trabalhando para desenvolver a Teoria da Grande Unificação (GUT - Grand Unified Theory), que explicaria como isso aconteceu e de que maneira essas forças se relacionam entre si.



O fato histórico que,por sua importância,e apontado como marco de separação entre a Pré-história e a Historia é a:


R:D)Invenção da escrita









A economia do Império Bizantino caracterizou-se pelo fato de que:

R:E)A maioria das atividades era controlada pelo Estado.



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(PUC-PR) O Corpus Juris Civilis,organizado por ordem de Justiniano,no século VI,era composto de quatro partes:



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R:B)Código,Digesto,Institutas e Novelas.



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A religião muçulmana caracterizou-se desde seu inicio por ser:

R:B)Rigorosa,fatalista e monoteísta.



O pensamento dos renascentistas,em relação a idade média,era:


R:D)Pejorativo;julgavam a Idade Média um período culturalmente inferior.

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