Tarefas Resolvidas

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Dióxido de Carbono

Definição: Ele é conhecido como gás carbônico este gás é liberado no processo de respiração (na expiração) dos seres humanos e também na queima dos combustíveis fósseis como a (gasolina, diesel, querosene, carvão mineral e vegetal).
O gás carbônico é um composto químico constituído por dois átomos de oxigênio e um átomo de carbono. A representação química é CO2.


O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. Visto que é um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese - processo pelo qual os organismos fotossintetizantes transformam a energia solar em energia química. Mas o excesso de dióxido de carbono que atualmente é lançado para a atmosfera resulta da queima de combustíveis fósseis principalmente pelo setor industrial, acaba contribuindo para o efeito estufa. Nas últimas décadas, devido à enorme queima de combustíveis fosseis, a quantidade de gás carbônico na atmosfera tem aumentado muito, isso decorreu no final do século XVIII quando ocorreu a revolução industrial.

Nós as pessoas comuns não temos como parar de gerar gás carbônico,isso é uma tarefa para a ciência e a tecnologia.Usando alternativas como no lugar de lâmpadas comuns,podemos usar as lâmpadas fluorescentes,ter automóveis movidos a álcool ao invés de  gasolina.Utilizar formas de gerar energia mais ecológicas como a eólica,solar,nuclear entre outras.Reciclar é um passo importante,porque muitas vezes fala a pena reciclar 10 vezes os mesmos papeis ao invés de fabricar novos porque polui e gasta muito mais.Uma latinha reciclada economiza energia equivalente a 3 horas de um aparelho de televisão. Devemos nos mobilizar no sentido de exigir das autoridades e empresas que diminuam a emissão de gases como o dióxido de carbono. Se não tomarmos providências imediatas, pagaremos um preço muito alto pelo descaso e egoísmo de nossas atitudes,tomara que quando cairmos realmente na real não seja tarde demais.




O esqueleto tem articulações de movimentos livre, semimóveis e imoveis. Explique-as ressaltamente suas funções e citando exemplo de cada uma:

RESPOSTA:

Articulações móveis e semimóveis - servem para auxiliar no movimento. ex: joelho, cotovelo, cravicula, calcanhar, coluna vertebral 


imóveis -  servem para sustentaçao do corpo. ex: ossos



O vácuo um espaço que não é ocupado por nada, nem mesmo ar, portanto sem nenhuma pressão. Nele o som não se propaga.



Por Ana Lucia Santana

A neurociência investiga o funcionamento do sistema nervoso, em seu estado normal ou patológico, principalmente os elementos anatômicos e fisiológicos do cérebro, relacionando-os com outras disciplinas, como a teoria da informação, a semiótica, a lingüística, e outras que se ocupam da observação das reações comportamentais, dos mecanismos de aprendizado e aquisição do conhecimento humano.

Ela se dedica a compreender a performance orgânica do mecanismo informacional que ocorre no sistema nervoso dos animais e do Homem. Esta esfera do conhecimento inclui três campos fundamentais - a neurofisiologia, a neuroanatomia e a neuropsicologia. A primeira investiga as tarefas que cabem ao sistema nervoso. A neuroanatomia investiga a face estrutural deste sistema, tanto no seu ângulo microscópico quanto no macroscópico, para isso retalhando o cérebro, a coluna vertebral e os nervos periféricos externos.

Já a neuropsicologia pesquisa a interação entre os trabalhos dos nervos e as funções psíquicas. Ela busca definir que campo particular do cérebro domina as tarefas psicológicas. Para isso ela utiliza especialmente a observação do comportamento e as modificações na esfera do conhecimento que conseqüentemente ocorrem no ser vivo depois dele ser afetado por danos cerebrais.


A cibernética também tem colaborado com os avanços nesta disciplina, principalmente através da neurociência computacional, que visa estabelecer paradigmas dos campos da Matemática e da Informática, com o objetivo de imitar e compreender o funcionamento do sistema nervoso, para assim obter o domínio informacional do animal e das máquinas. Ela é uma ciência de caráter interdisciplinar, pois associa diferentes esferas do conhecimento, como a neurobiologia, a física, a ciência da computação, a engenharia elétrica, a matemática aplicada e a psicobiologia.

Pode-se considerar o ano de 1735, data da publicação da obra De morbis nervorum, do médico holandês Hermann Boerhaave, considerado o tratado inaugural de neurologia, como o marco de criação desta especialidade interdisciplinar, se não se incluir como elementos da Neurociência metodologias como tepanações - operação cirúrgica para retirar uma parte de um osso, geralmente da caixa craniana -, uso de fitoterapia psicoativa, e outros meios de alteração da consciência.

A revelação sobre as funções do cérebro também é conferida ao grego Alcmaeon, membro da escola Pitagórica de Croton, em meados de 500 a.C. Ele descreveu as tarefas sensitivas deste órgão, trabalho que foi confirmado por Herófilo, um dos criadores da Escola de Medicina de Alexandria, no século III a.C, o qual discorreu sobre as meninges e a teia admirável de nervos, que ele diferencia dos vasos, e medulas com suas respectivas ligações com o cérebro. Este saber seria posteriormente provado através da experiência por Galeno, por meio da ruptura selecionada de nervos.
Enografia é a ciência que estuda os vinhos.
O estudo enográfico é praticado nas regiões vinícolas nas quais se realiza o levantamento histórico da região, o levantamento dos vinhedos e dos produtores de vinho e a averiguação da legislação local para se determinar a característica dos vinhos e das relações do homem com o vinho na localidade.
Enografia é uma ciência de importante participação no processo de confecção de bons vinhos. A ciência é fundamental na formação de Sommeliers, pois é ela que descreve os vinhos provenientes das mais diversas regiões de acordo com suas características. Assim, a Enografia ocupa uma posição central na formação dos Sommeliers, que complementam seus estudos com outras importantes atribuições tais como análise sensorial, princípios da viticultura e da enologia, além de outras que são mais relacionadas ao trato direto com o cliente e com o cotidiano dos estabelecimentos, como hospitalidade, compra de bons produtos e seu correto transporte e armazenamento. Como o vinho é um elemento essencial na gastronomia, a Enografia destaca-se também na formação dos gastrônomos e implica diretamente na formação dos enólogos.
Enografia estudo os vinhos de uma determinada região caracterizando sua relação com elementos como o solo, o clima, as castas, as práticas vinícolas e enológicas utilizadas, a legislação submetida e as relações econômicas, religiosas, gastronômicas e culturais que o vinho estabelece com o homem. Para isso, a metodologia de estudo é baseada na análise de documentos históricos, na legislação, no arquivos dos produtores, na análise organoléptica dos vinhos, na averiguação das características das vinícolas, nos registros feitos em órgãos reguladores, em entrevistas feitas com técnicos responsáveis e em estudos socioeconômicos, gastronômicos e culturais.
É importante ressaltar que Enografia e Enologia são ciências próximas, porém diferentes. Enquanto a Enologia é uma ciência agrária relacionada às ciências exatas, a Enografia é uma ciência humana. As duas se complementam ao longo do processo de produção dos vinhos para gerar produtos de alta qualidade.
O uso de animais como cobaias para pesquisas científicas ou fins didáticos em universidades é de longe um dos temas mais polêmicos na vida dos pesquisadores e estudantes já a um bom tempo. Animais como ratos, coelhos e cachorros são usados desde o século XIX para pesquisar o efeito de doenças e vacinas antes que seu uso seja feito em humanos.
O porquinho-da-índia é muito utilizado como cobaia. Foto: Photok.dk / Shutterstock.com
O porquinho-da-índia é muito utilizado como cobaia. Foto: Photok.dk / Shutterstock.com
De um lado da discussão encontram-se aqueles que afirmam que as pesquisas com animais são desnecessárias e cruéis por não levarem em conta o sofrimento dos animais que são submetidos as mais diversas situações, tudo em prol do desenvolvimento científico. Neste lado estão incluídos desde grupos ambientalistas em defesa dos direitos dos animais e até mesmo alguns poucos pesquisadores que afirmam existir outros meios de se realizar as pesquisas. Em compensação, do outro lado, encontram-se pesquisadores tidos como mais conservadores e aqueles que acreditam que a pesquisa em animais é necessária e pode ocorrer sem que haja sofrimento desnecessário por parte dos mesmos.
O fato é que durante séculos a utilização de animais como cobaias foi um grande trunfo para pesquisadores, fisiologistas e outros estudiosos auxiliando na compreensão dos mecanismos de doenças e desenvolvimento de vacinas. A vacina contra a raiva, por exemplo, desenvolvida por Louis Pauster em 1885, que já salvou milhões de vidas de lá para cá e continuará salvando, foi desenvolvida por ele após a utilização sucessiva de diversas cobaias.
É claro que estamos séculos a frente de Pauster e que hoje existem outras técnicas que se não podem substituir completamente o uso de cobaias podem, pelo menos, diminuí-lo. Métodos como softwares que simulam as reações em cobaias, modelos matemáticos, vídeos, cobaias de plástico e experiências in vitro tentam resolver o problema, mas quem defende o uso de cobaias alega que estas técnicas sozinhas não são suficientes para realizar estudos seguros, já os defensores dos animais usam a justificativa de que diversas universidades já aboliram o uso de cobaias para corroborar suas afirmações.
A UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), por exemplo, aboliu o uso de cobaias em salas de aula no final de 2007. No entanto, a USP (Universidade de São Paulo) e outras instituições, como o Butantan, mantêm até hoje seus biotérios (como são chamados os locais para criação e manipulação de cobaias) com o fim de garantir cobaias para pesquisas.
No Rio de Janeiro e em Florianópolis foram criados projetos de lei com o intuito de tentar proibir o uso de cobaias em suas jurisdições. O de Florianópolis está em tramitação há 13 anos e o do Rio de Janeiro já foi votado, aprovado, mas depois foi anulado pelo então prefeito César Maia e aguarda nova votação.
Enquanto não surge nenhuma lei federal para “bater o martelo” sobre a questão, o grupo que luta em defesa dos animais se utiliza da lei de crimes ambientais (Lei 9.605) para defender sua causa: “Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.”



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Era Mesozóica (meso=meio e zóico=vida) é marcada pelo surgimento dos dinossauros e compreende o período entre aproximadamente 250 a 65 milhões de anos atrás.
Ela se divide em três períodos, do mais antigo para o mais recente: TriássicoJurássico eCretáceo.
Seu início é marcado por uma grande extinção em massa de causas desconhecidas e pela formação e fragmentação da Pangeia. O aprimoramento e extinção dos dinossauros também é um fato marcante desta era chamada de “era dos dinossauros”, porque foi quando eles mais se desenvolveram.
É nessa Era também que surgem as primeiras plantas com flores e as primeiras aves.
O primeiro Período do Mesozóico foi o Triássico que se estendeu de 250 a 205 milhões de anos atrás. Nesse Período todos os continentes estavam agrupados no super continente chamado Pangeia. A Pangeia era circundada por um oceano chamado Phantalassa, que corresponde ao atual oceano Pacífico e por um mar á leste chamado de Tethys. No final do Triássico são encontrados os primeiros fósseis de mamíferos, e em terra, aparecem diversos grupos de répteis, inclusive voadores, muito embora, a fauna desse período não seja tão diversificada quanto a do anterior uma vez que houve uma grande extinção em massa no início do Triássico.
No Período Jurássico, de 205 a 142 milhões de anos atrás, o nível do mar se eleva invadindo os continentes. Devido a esse fenômeno são formados os mares intracontinentais (como o Mar Morto). Nesse Período a fauna volta a alcançar um nível de diversidade bastante elevado, embora não tanto quanto no Permiano (Era Paleozóica). Surgem os marsupiais, e praticamente todos os peixes, anfíbios e aves modernas já estavam presentes. É, também, o período conhecido como a “Era dos Dinossauros” devido à predominância destes répteis tanto na água, quanto no ar e na terra. Quanto à flora as coníferas já eram bastante abundantes, assim como as gimnospermas. Começam a surgir, também, as angiospermas. É nesse Período que se inicia a separação da Pangeia que duraria 100 milhões de anos e, é no Jurássico também, que começam a se formar as reservas de petróleo.
O último Período da Era Mesozóica é o Cretáceo que se estende de 135 a 65 milhões de anos. Seu final é marcado por uma nova extinção em massa que, segundo alguns cientistas, se deveu ao impacto de um grande meteoro que teria causado uma drástica mudança no clima extinguindo os dinossauros. Foi nesse período também que se deu a separação da América do Sul e da África e ainda não existia ligação entre a América do Norte e do Sul.



A marca UFO – objeto voador não identificado – tem se referido ao longo da história à presença de discos voadores guiados por extraterrestres, mas esta afirmação tem em si alguns equívocos. Afinal, como se podem atribuir estas aparições a naves de outros planetas se estes objetos são, a princípio, desconhecidos, sem identidade definida? De qualquer forma, a Ufologia é a ciência que se dedica ao estudo destes fenômenos, pesquisando e colhendo elementos que possam comprovar a existência de vida em outros mundos.
Estas visões se tornaram amplamente conhecidas como ‘discos voadores’ a partir de 1947. Desde então milhares de pessoas são testemunhas, diariamente, das mais variadas aparições, definidas constantemente como visitas de extraterrestres ao nosso Planeta. Desde tempos remotos, objetos e luzes têm sido avistados nos céus da Terra, causando estranheza e sensação por não serem explicáveis pelas leis naturais conhecidas. Descrições de eventos semelhantes são encontradas em livros sagrados e nas histórias folclóricas de quase todas as grandes civilizações da Terra. Até mesmo as Escrituras já relataram casos de deuses e ‘carros de fogo’, ‘rodas metálicas’, entre outras metáforas relativas à visita de seres extraplanetários.
Nada impede que estes fenômenos sejam explicados como eventos provocados por perturbações na atmosfera, impulsos eletromagnéticos ou relativos ao campo terrestre, entre outras tantas justificativas, mas ainda resta uma mínima fração de fatos ainda envoltos em mistério, aguardando uma definição científica. Documentos tentando comprovar estas aparições não faltam, principalmente fotos e vídeos das supostas naves. Também não se carece de depoimentos das mais diversas pessoas, relatando casos de encontros com alienígenas, ou até mesmo prováveis abduções.
Pode-se dizer que a Ufologia moderna teve seu início em 24 de junho de 1947, quando o piloto americano Kenneth Arnold, que comandava aviões de pequeno porte, transportando encomendas, habituado a voar sobre montanhas, principalmente por cima do monte Rainier, pico de uma importante cadeia de montanhas da região localizada entre Chebalis e Yakima, em Washington, teve neste local o primeiro contato com naves dirigidas por extraterrestres dos tempos atuais. Muito respeitado e admirado em sua cidade, afirmou ter visto nove objetos com o formato de discos, movimentando-se velozmente, a uma velocidade maior que a do som, o que não seria possível para um avião naquele tempo. Ao retornar à base, o piloto contou sua história, mas só foi levado a sério por ser um profissional com muita experiência.
Apesar de surgirem as mais diversas explicações para este evento, a história de Arnold, amplamente divulgada pela imprensa e estudada pela Aeronáutica norte-americana, embora estas pesquisas fossem sempre negadas, deu início ao que se conhece hoje como Ufologia, sendo este acontecimento responsável até mesmo pelo surgimento do símbolo UFO. Esta foi a primeira vez em que a população do Planeta chegou perto da possibilidade de acreditar em naves extraterrestes.



ENTRE A CIÊNCIA E SAPIÊNCIA
(Rubem Alves)

“O que é científico?” (I)

O texto contempla uma dialética muito interessante entre duas pessoas buscando respostas ao que é aceito ou não pela ciência. Para tanto utiliza um conto indígena explanando o assunto “o diferente”, o homem em seu contexto não aceita “o diferente”. Principalmente por só acreditar no palpável ou comprobatório. Em que não se deve ter nenhum tipo de mudança, quando mais estático melhor, o dinâmico é inaceitável. O científico comprova suas teorias com estudos concretos e reais, enquanto o escritor é um sonhador, ou melhor explicando, escreve através de suas experiências, logo não é aceito pelo científico. O cientista busca respostas fazendo experiências com a realidade.
O conhecimento não está somente na linha de raciocínio, é algo amplo e constantemente está em transformação, pois o que é certo hoje amanhã pode não ser, ou ter outra explicação. As linhas de raciocínio podem ser diferenciadas? Sim, cada qual com o seu devido valor, para poderem em um dado momento dialogizar e tirar o melhor dos diferentes raciocínios, pois o tal do “pior” não tem existência de fato. Em todo conhecimento propõem-se uma parte valorativa. É vitupério afirmar tudo está acabado, principalmente quando se trata do conhecimento.

“O que é científico?” (II)

Rubem Alves expõe o seu ponto de vista sobre o científico fazendo uma analogia entre o estômago e a mente. Inicialmente e aparentemente parece ser qualquer estômago, porém no decorrer do texto o estômago mais viável para tanto é o da vaca. A comparação do estômago com a mente transcorre por todo o texto, já que o estômago processa uma variedade de substâncias para finalmente tirar o melhor, o necessário. A mente também é bombardeada por uma infinidade e diferentes informações, podendo este selecionar o que é propício e enriquecedor ao conhecimento.
Buscar um paralelo entre o concreto e o abstrato do ponto de vista da analogia é extremamente produtivo. Isso também deverá ser ponto de reflexão no âmbito educacional.
O texto mostra diferentes tipos de estômagos e logo diferentes tipos de mentes, com capacidades em diferentes áreas individualmente ou simultaneamente. Toda esta dialética com o objetivo de mostrar que a ciência é um tipo de estômago possível, porém não é obrigatoriamente o principal. Não se pode ter uma única visão ou um único saber. A ciência tem a sua visão, mas não poderá ou taxará como única detentora do saber.

“O que é científico?” (III)

O texto faz uma breve apresentação sobre a filosofia. Deixa claro os pormenores da filosofia. Filosofia não é passar idéias já existentes, é conseguir formular as suas próprias. A filosofia tem seus ideais amplos, por isso encontra-se nas imagens, na música, no cotidiano, nos livros, na educação, na política, ou seja, onde houver conhecimento, onde tiver espaço para ser explorado o saber. Filosofar é estar atento a tudo a que acontece no seu meio extrínseco e intrínseco. Observar com o olho crítico e ouvir de forma reflexiva e na medida do possível transformar o meio.
Como o autor afirma que são nas pequenas atividades e situações que montam as partes e regras do ato de filosofar, de maneira que ocorre diariamente e acabamos deixar despercebidos.
Lembrou-me um exemplo muito claro de se burla a lei, é exatamente o que faz os advogados procuram brechas na lei, ou melhor, “burlam” a lei para trabalhar a favor de seus clientes. Sempre que possível “burlar” as regras para se atingir um objetivo. Já na educação atual, o professor precisa estar atento ao que é cobrado pelo sistema educacional e encontrar meios sempre que se fizer necessário para “burla” o tipo de educação tradicional, principalmente a calcada somente na prática da gramática. A Língua Portuguesa não pode ser só direcionada a “gramatiquice”, existe um vasto campo na Língua Portuguesa como: literatura, interpretação textual, redação, poesia, criação produtiva e lingüística.
conhecimento científico deve caminhar paralelamente ao conhecimento artístico, cotidiano, literário, filosófico, psicológico, no qual pequenos atos e reflexões são muito importantes.

“O que é científico?” (IV)

As palavras chaves para o texto lido são: cientistas, filósofo da ciência, regras, linguagem, realidade, hipótese e ciência.
O ser humano no decorrer de sua curta vida especializa-se em alguma área, seja humana ou exata. Os cientistas especializam-se nas áreas exatas, logo buscam criar, descobrir, explicar e comprovar tudo. E o que não é explicado ou comprovado? Acaba sendo estereotipado como “não sendo científico”. Surgindo até um preconceito em relação às áreas humanas. Quando se trata da linguagem é algo que não se pode ser medido, contado, testado. Ocorre de forma espontânea, então não é aceito pela ciência, porém existe de fato.
A ciência procura por uma constante verdade, contudo esta verdade pode se encontrar em uma área do conhecimento e outra não. Sem sombra de dúvida o que é verdade para a ciência pode do ponto de vista da filosofia, sociologia não ser. Nada é falho de erro. O que é uma regra dentro da ciência, não é utilizado como regra dentro da psicologia. Poderá a psicologia buscar respostas divergentes da ciência, não podendo ser entendida como totalmente certa ou errada, depende do ponto de vista de cada pessoa, da linha de raciocínio de quem está empreendendo.

“O que é científico?” (V)

Já de início as palavras de Rubem Alves me fazem lembrar Paulo Freire afirmando que um bom professor é um mediador e como tal pode assumir em vários momentos a função de aprendiz. Para Paulo Freire as experiências são válidas e logo o professor aprende com as experiências do educando.
Quando o ser humano assume o papel de único detentor do saber, acaba fechando-se em uma redoma em que apenas um único conhecimento tem espaço na redoma, também chamado de conhecimento egocêntrico. Colocando-se em uma situação na qual mantenha relações apenas com o próximo que tenha o mesmo interesse que o dele. A opinião divergente da dele é podada, aniquilada ou inválida.
É ingênuo acreditar que existe uma única verdade ou que ela é unívoca. Até porque o ser humano está em constante mudança, logo o conhecimento e verdades estão em constantes transformações, em constante aprimoramento. As convicções e dogmas acabam intitulados como esdrúxulos, pois permeia o exagero de quem as manipulam. Os dogmas podem ser fonte de desprazer, principalmente quando impossibilita a inteligente de fluir, ou em poucas palavras estaciona a inteligência.

“O que é científico?” (VI)

A ciência quando não utilizada como um dogma, certamente tem seu valor dentro das revoluções para melhorar a vida em sociedade. Mas quando utilizada como único saber transforma-se em uma doença, em uma única existência. O texto vai exemplificar de forma bem clara situações reais e cotidianas da existência de dogmas. De achar somente uma única visão, usando esta como certa, incondicionalmente.
Fazendo-se uma analogia entre acontecimentos do dia-a-dia, ao mau uso das idéias da ciência. Um bom exemplo disso no texto é a história do jogador de xadrez, que transformou literalmente o seu conhecimento em dogma, não usando produtivamente o conhecimento que tinha. Utilizava o xadrez como um direcionamento para a sua vida, sem se alertar de outros conhecimentos. Como o texto afirma: a vida é uma rede de vários jogos, não se sabe qual é o melhor. Enquanto o nosso jogador só se especializou no jogo do xadrez.
Afirma o autor que a ciência é um só jogo, com regras preestabelecidas e predefinidas, excluindo qualquer outro jogo ou regra. Os cientistas que fazem parte dessas regras buscam anos a fio um tipo de conhecimento, o que pode ser chamado de especialização, porém somente em sua área. Não afirmo ser errado uma especialização em sua própria área, porém observar-se-á que terá outras linhas de raciocínio e terá o seu valor.

“O que é científico?” (VII)

A ciência preocupa-se em planejar no caso do arquiteto, trabalhar o espaço físico, precisa ainda da matemática, da química para ficar uma construção física completa. Em relação à construção não há uma preocupação de âmbito emocional, no qual o indivíduo vai se sentir bem ou mal. Se o objeto é de prazer ou dor. A ciência não se preocupa com estes que são considerados pormenores.
O “eu” do ser humano não é tratado dentro da ciência, na verdade nem existe para a ciência. A ciência trata e estuda as partes físicas, mas não engloba as partes psicológica, humana, espiritual, pensamento e memórias. São áreas que em conjunto formam o ser humano.
A ciência preocupa-se em tornar a vida do homem mais produtiva, versátil e confortável. Mas não se preocupa com as relações do homem com os objetos criados. Isso fica claro quando o autor exemplifica a criação de diversas tintas, contudo não subjetiva a relação do homem com a tinta. Mostra a praticidade da tinta na vida do homem, entretanto não transcorrem os sentimentos que provocam no homem. Quando tratei nas entre linhas sobre produtiva, versátil e confortável não tem nenhuma ligação se vai trazer sofrimento ou felicidade. É o caso do objeto ser cômodo sem estar diretamente ligado aos sentimentos.

“O que é científico?” (VIII)

O texto vê-se fazendo uma explanação sobre pianos do ponto de vista físico, fala sobre os melhores, como são feitos, medidos calculadamente, testado. Os pianos são produzidos iguais e quantitativamente. Há uma preocupação com números.
Ouvir a música que saí do piano para os cientistas é buscar aprimorar a parte física, enquanto para o pianista e demais ouvintes é a sensação do prazer. Como Freud já afirmava o homem é um ser promovido de desejo e este desejo move uma boa parte das pessoas a irem até um concerto, sentir prazer. O texto afirma que o desejo do prazer move o mundo. E o desejo nada mais é que de cunho qualitativo. A parte chamada de qualitativa não é bem aceita pela ciência, pois só se vale a parte quantitativa. A qualitativa pode aparecer de diferentes formas no ser humano, de modo que uns vão gostar e outros não. É exatamente o que a ciência não poderá medir o “gostar” ou o “não gostar”, logo tem como resposta “isso não é científico”.
Fontes
ALVES, Rubem. Entre a Ciência e Sapiência.


Não existem verdades absolutas em ciências, é o que caracteriza o Pensamento Quântico em relação ao Clássico. Assim, surge a ciência como uma possibilidade probabilística, fruto do fazer humano.
Desde as primeiras décadas do século XX a Mecânica Quântica vêm derrubando a newtoniana e cartesiana exatidão existente nas ciências, quando compreende-se que o observador faz toda diferença no efeito observado, incluindo a mecânica existente nos sistemas vivos e sociais. Como se expressou Werner Heisenberg (1971), um dos fundadores da teoria quântica, o mundo  aparece assim como um tecido de eventos, no qual conexões de diferentes tipos se alternam, se sobrepõem ou se combinam e, por meio disso, determinam a textura do todo.
No formalismo da teoria quântica, essas relações são expressas em termos de probabilidades, nunca em exatidão, e essas probabilidades são determinadas pela dinâmica do sistema todo. Nas palavras de Heisenberg (1971), o que observamos não é a natureza em si, mas a natureza exposta ao nosso método particular de questionamento. Esse princípio filosófico aplicado à ciência traz a importância da interpretação pessoal na busca pelas verdades científicas. Assim, Descartes (séc. XVII) escreveu em seu célebre Discurso sobre o Método que quando as ciências tomam emprestadas da filosofia seus princípios, pondera-se que nada de sólido podia ser construído sobre tais fundamentos movediços.
Trezentos anos depois, Heisenberg (1971) escreveu em seu Física e Filosofia que próprio edifício que Descartes construíra estava se movendo: a reação violenta diante do recente desenvolvimento da ciência moderna só pode ser entendida quando se compreende que aqui os fundamentos desta ciência começaram a se mover, e que esse movimento causou a sensação de que o solo seria retirado de debaixo da ciência. Einstein (1953), em sua autobiografia, descreveu seus sentimentos em termos muito semelhantes aos de Heisenberg quando mencionou que como se o solo fosse puxado de debaixo dos pés, sem nenhum fundamento firme à vista em lugar algum sobre o qual se pudesse edificar.
A relevância da investigação das concepções de Heisenberg sobre ciência justifica-se pelo caráter inovador, elucidativo e contextualizado das suas abordagens científicas e filosóficas. Heisenberg (in Blum,1984) foi um autor profícuo na produção de escritos fundamentais para a compreensão do conhecimento cientificamente elaborado e historicamente construído. Para ele (1996), a ciência é um produto eminentemente humano e por isso mesmo pode ser submetida às investigações e análises interpretativas, em consonância com a existência de um projeto prévio decorrentes das observações da própria natureza.
Referências:
DECARTES, R.; Discurso do Método, Martins Fontes, São Paulo, 1996.
HEISENBERG, W.; Phisics and Beyond, Harper & Row, Nova York, 1971.




agronomia costuma ser definida como um campo de estudo multidisciplinar que reúne princípios aplicados de diversas ciências das áreas exatas, naturais, econômicas e sociais para atender a variados objetivos de melhorias da agricultura como o aumento de produtividade e, mais recentemente, o manejo sustentado, além de outros objetivos. Devido a essa variedade de aplicações (ou objetivos) a agronomia costuma ser dividida em ramos como a agricultura, pecuária, silvicultura, e etc.
A agronomia, ou ciências agrícolas, é um campo de estudo bastante antigo, tanto quanto cultivo do solo pelo homem. Seu objetivo é desenvolver, através de pesquisas, técnicas que melhoram a produtividade, como a seleção de variedades resistentes, o desenvolvimento de agrotóxicos e o melhor modo de usá-los, o manejo de irrigação e controle das características do solo e outras, que estão fortemente relacionadas com o local onde serão aplicadas, visando, muitas vezes a modificação do meio para alcançar os resultados esperados.
Um marco na história da agricultura foi a chamada “revolução verde” que ocorreu nas décadas de 50 – 60: o CIMMYT (Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo) e o IRRI (Instituto Internacional de Melhoramento do Arroz), com apoio das Fundações Rockefeller e Ford e da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), realizaram um programa de seleção e implantação de culturas melhoradas de cereais aliadas à técnicas de manejo para otimizar a produção em países como a Índia e o México, transformando estes países de deficitários em produção agrícola para exportadores.
A revolução verde, entretanto, é um tema bastante polêmico. Se por um lado, proporcionou um aumento significativo na produção destes países, por outro, ela gerou sérias preocupações em termos, principalmente, ambientais devido ao uso intensificado de agroquímicos que também podem afetar a saúde humana.
Esta preocupação aliada a outros eventos, acabou levando a uma nova transformação nas ciências agrárias que passaram a incorporar o manejo sustentado com vistas à preservação dos ecossistemas sem os quais, percebeu-se seria impossível manter o melhoramento constante da agricultura.
Atualmente, o tema que tem dividido os estudiosos e profissionais desta área é a questão dos alimentos geneticamente modificados. De um lado estão os que defendem sua utilização como meio de aumentar ainda mais a produção de cereais, indispensáveis para a manutenção da humanidade e que, segundo afirmam poderia acabar com a fome do mundo. Mas, de outro lado, encontram-se aqueles que preocupados com as conseqüências sobre a diversidade biológica afirmam que ainda é cedo para se garantir a segurança, tanto para o meio ambiente quanto para a saúde do homem, deste método. Afirmando ainda, que o problema da fome não é a quantidade do que se produz, mas a má distribuição e o acesso desigual a esses bens.
Também conhecida como arquivologia, a arquivística tem como objetivo o estudo das funções do arquivo. Além disso, outra de suas atribuições é o estudo das técnicas e princípios da atuação do arquivista. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa online, a arquivística consiste no estudo, conhecimento, ciência ou tratado relativo à organização dos arquivos.

História da Aquivística

Existem poucas fontes sobre a origem desta ciência. Porém, há duas obras sobre o assunto que são consideradas as pioneiras. Ambas pertencem a Jacob von Ramingen, alemão que foi autor dos ensaio, "Von Registratur" (O Registrador). É bem provável que Ramingen seja o primeiro autor a falar sobre arquivística, visto que este ensaio foi escrito e impresso no ano de 1571 e pode ter sido o responsável pelo surgimento da ciência em questão. Esta obra fez com que a Arquivística  continuasse a ser estudada na Alemanha durante os dois séculos posteriores a sua publicação. Somente em 2010 estes dois volumes de Ramingen ganharam tradução de JBLD Strömberg para a língua inglesa.
Após o descobrimento do ensaio de Ramingen, a arquivística ganhou diversos estudos e interpretações. No século XIX, a ciência da organização de arquivos começa a ser influenciada pela corrente positivista e historicista, assim passa a ser considerada uma ferramenta auxiliar para historiadores. Ainda naquele século, a ciência ganha novo marco. É editado o Manual dos Arquivistas Holandeses, influindo para firmar a função da arquivística no auxílio da corrente historiográfica que dominava aquela época.
Já no século posterior surgem novos benefícios, avanços e também preocupações. No ano de 1950, pós Segunda Guerra Mundial, surge, no âmbito da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o CIA (Conselho Internacional de Arquivos), o que contribui para a discussão dos fundamentos e importância da arquivística. Nos anos 60 é editada a Elsevier’s Lexicon of Archive Terminology para organizar e padronizar as terminologias em arquivística.
Com o começo da década de 80 e a consequente revolução tecnológica, a arquivística sofre algumas adaptações para acompanhar tal fenômeno. Este processo intensifica-se nos anos 90 e no século XXI, fazendo com que a arquivística torne-se uma Ciência da Informação.
Segundo Julio Santillán, em estudo publicado na Revista De Bibliotecologia y Ciencias de la Información (Peru), “dentro deste contexto, podemos afirmar que a arquivística é hoje um Ciência que procura uma identidade própria que lhe dê autonomia e respeito da História e da Administração. Os Arquivos de todas as épocas e condições, quer Históricos quer Administrativos, são por sua vez o seu objeto”.
Adaptações dos caules
As adaptações caulinares podem ser classificadas em espinhos, gavinhas e cladódios
O caule é uma estrutura muito importante para o vegetal, pois, além de ser a estrutura onde folhas e raízes estão inseridas, promove a troca de substâncias orgânicas entre esses órgãos.
Algumas espécies de vegetais, ao longo de sua evolução, tiveram que se adaptar aos locais onde viviam para que conseguissem sobreviver e algumas dessas adaptações ocorreram em seus caules.
Os espinhos são uma das adaptações de algumas plantas. Eles são estruturas curtas, muito resistentes e de ponta bem afiada, que servem para proteger a planta, afastando animais que poderiam estragá-la. É importante lembrar que os espinhos encontrados nas roseiras, paineiras, entre outras, são chamados de acúleos e não são caules, mas formações epidérmicas da planta que não possuem nenhum tipo de vaso condutor de seiva. Os acúleos não têm posição definida no caule, enquanto que os espinhos se formam na axila da folha. Podemos encontrar os espinhos em plantas como limoeiros e laranjeiras.
Os espinhos têm função de proteger a planta contra predadores
Outra adaptação que podemos ver em algumas plantas são chamadas de gavinhas, que podem ser encontradas em plantas trepadeiras. As gavinhas crescem inicialmente em linha reta e, ao encontrarem um suporte, elas se enrolam, fixando-se. Essas adaptações podem ser encontradas em plantas como chuchu, maracujá, videiras, etc.
As gavinhas se enrolam em qualquer suporte que encontram
Além dos espinhos e das gavinhas, alguns vegetais apresentam uma adaptação chamada de cladódios. Os cladódios são encontrados em plantas que perderam suas folhas durante sua evolução, com o objetivo de evitar a perda de água para o ambiente, principalmente em regiões que têm o clima muito seco. Por possuir cladódios ao invés de folhas, o vegetal consegue economizar a água que seria perdida por evaporação. Os cladódios são caules que se parecem com folhas e comumente são verdes e achatados. Geralmente suas folhas são transformadas em espinhos, como nos cactos.
Em algumas espécies de plantas os cladódios armazenam água

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia
ESCOLA KIDS
A reprodução das plantas
Esquema de uma flor mostrando os órgãos masculino e feminino
A reprodução de quase todas as plantas acontece por meio da flor, que possui, em seu interior, o órgão feminino chamado de gineceu e o órgão masculino chamado de androceu.
O androceu é composto pelos estames, que sustentam a bolsa onde se encontram os grãos de pólen. Nos grãos de pólen existem as células sexuais da planta.
O gineceu é composto pelo ovário, que produz e armazena os óvulos. Nos óvulos também existem as células sexuais da planta.
Quando os grãos de pólen chegam até o gineceu e alcançam o óvulo, ocorre a fecundação. O ovário irá se desenvolver e se transformar em fruto, enquanto que o óvulo se transformará em sementes. Assim, a flor murchará.
Animais que ajudam na polinização das flores.
Animais que ajudam na polinização das flores
As plantas precisam de ajuda para que o grão de pólen que fica no androceu chegue até o gineceu. Uma das formas de ajuda que a natureza oferece são os insetos. Eles conseguem levar os grãos de pólen de uma flor para outra, ocorrendo o que chamamos de polinização. Beija-flores, o vento e a água também ajudam as flores na polinização.
Além disso, os animais também ajudam a espalhar as sementes das plantas. Ao se alimentarem de frutos, os animais podem deixar cair no solo alguma semente. Se houver condições adequadas para a germinação, uma nova planta nascerá.
Algumas plantas desenvolveram estruturas que ajudam a espalhar as suas sementes. É o caso dos frutos do dente-de-leão e do carrapicho.
Plantas que possuem estruturas para a disseminação de suas sementes.
Plantas que possuem estruturas para a disseminação de suas sementes

Paula Louredo
Graduada em Biologia
escola kids
Todas as plantas são capazes de produzir o seu próprio alimento, mas como será que isso acontece?
Elas conseguem produzir o próprio alimento através de um processo que chamamos de fotossíntese. As plantas precisam de três ingredientes básicos para realizar a fotossíntese: a luz solar, a água e o gás carbônico (CO2).
Na fotossíntese, as plantas absorvem água e sais minerais através de suas raízes, e os transportam por meio de vasos condutores até suas folhas. Essa solução é chamada de seiva bruta.
Nas folhas das plantas há um pigmento que dá a elas a cor verde. Esse pigmento é chamado de clorofila e é o responsável por captar a luz solar. Nas folhas há também estruturas responsáveis por absorver o gás carbônico que fica disperso no ar. Essas estruturas se chamam estômatos.
Quando a planta tem água, gás carbônico e luz solar, ela consegue produzir o seu próprio alimento, que é a glicose (um açúcar). Durante a transformação da água e do gás carbônico em alimento, a planta libera oxigênio (O2) no ar.
Toda a glicose produzida no processo de fotossíntese é levada  às outras partes da planta, através de vasos condutores. Essa solução é chamada de seiva elaborada.
Esquema da fotossíntese.
Esquema da fotossíntese
Na natureza existem algumas plantas que vivem em solos pobres em nutrientes. Por esse motivo, elas precisam complementar a alimentação capturando alguns seres vivos e absorvendo os nutrientes dele. É o caso das plantas carnívoras.
Cada espécie de planta carnívora tem a sua maneira de capturar um ser vivo. A espécie Dioneia, por exemplo, possui folhas diferentes que exalam um cheiro que atrai suas presas. Quando a presa pisa em suas folhas, automaticamente a planta as fecha não deixando o animalzinho sair.
Dioneia, uma das espécies de plantas carnívoras.
Dioneia, uma das espécies de plantas carnívoras
Outra espécie de planta carnívora é a Nepenthes, muito conhecida como jarrinha, por ter a forma de um jarro. Essa planta tem cores vivas e um líquido açucarado em seu interior que atrai muitos insetos. Quando os insetos entram nesse jarro, caem dentro da planta e são transformados em nutrientes.
Nepenthes, outra espécie de planta carnívora.
Nepenthes, outra espécie de planta carnívora

Paula Louredo
Graduada em Biologia
ESCOLA KIDS










1)Sobre o petróleo:


a)Identifique duas fontes de energia que podem ser usadas em automóveis para substituir derivados do petróleo,como a gasolina e o óleo diesel.


R:Biodiesel,Etanol. 


b)Faça uma lista de cinco objetos ou produtos existentes em sua casa e que são fabricados com derivados do petróleo.


R:Querosene,Gás de cozinha,Tintas,Fósforo,Chiclete.


2)Os combustíveis fosseis são utilizados em grandes quantidades em nossa sociedade.A combustão ou queima desses produtos libera energia,que é utilizada de várias maneiras pelo ser humano.


a)Justifique a denominação combustível fóssil.

R:Combustível que se forma a partir de restos de organismos vivos, rico em carbono ou em hidrogênio,por exemplo,o carvão o petróleo e o gás natural.


b)Dê dois exemplos de combustíveis fósseis.

R:Petróleo,Gás natural.


3)Em relação ao gás natural:


a)Qual a vantagem de substituir a gasolina e o óleo diesel por gás natural como combustível de veículos,principalmente nas grandes cidades?

R:baixo impacto ambiental,facilidade de transporte e manuseio, vetor de atração de investimentos segurança ,nas cidades grandes teria a vantagem de poluir menos.

b)Como o gás natural pode ser utilizado em residencias?


R:No uso residencial, o gás oferece conforto e praticidade. Com o aquecedor, permite que a casa tenha água quente na cozinha e no banheiro. O Gás Natural canalizado tem uma chama limpa e não deixa resíduos nos equipamentos. Isto diminui as despesas com manutenção. 


4)Explique por que as usinas termelétricas,que geram energia elétrica usando o carvão mineral,têm efeitos negativos para o ambiente.

R:A começar pela sua extração, que causa sérios impactos ambientais, a poluição causada por sua queima que colabora com o aquecimento global.




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1)Observe o esquema abaixo: 















a)Identifique as camadas da Terra apontadas pelos números 1,2,3 e 4.

R:1:Litosfera 70km sólida.
   2:Atmosfera 700km +- viscosa

   3:Manto 2.800 km sólido devido a pressão
   4:Núcleo central:dividido em Interno e Externo.

b)As regiões 3 e 4 são formadas de ferro e níquel,mas existe uma diferença entre elas.Qual é a diferença,considerando o estado físico desses materiais?

R:Uma é viscosa,e a outra é sólida devido a pressão.


2)Calcula-se que a distribuição atual dos continente é bem diferente da que existiu há milhões de anos.Daqui a alguns milhões de anos,provavelmente ela também será diferente da que percebemos hoje.Explique por quê.

R:Segundo a teoria da tectônica das placas,essa placas estão em constante movimento e carregam continentes e os fundos oceânicos.

3)As atividades a e b, a seguir,devem ser acompanhadas por nova análise da figura da página 89,que mostra algumas das placas rochosas em que se divide  a crosta terrestre.

a)O Brasil está localizado no meio da placa Sul-Americana.Você acredita que essa localização explica o fato de nosso país não apresentar atualmente vulcões ativos e de os terremotos serem relativamente raros e fracos?Explique.

R:Sim o Brasil se localiza ,no centro de uma grande placa tectônica e não nas bordas ondem ocorrem os tremores.

b)Cadeias de montanhas podem se formar quando duas placas rochosas se chocam,comprimindo e erguendo suas bordas.A cordilheira dos Andes é uma imensa cadeia de montanhas situada na América do Sul.Ela se estende cerca de 7500 quilômetros,desde a Venezuela até a Terra do Fogo,no extremo sul da América do Sul,contornando em boa parte o oceano Pacífico.(Consulte um mapa múndi se achar necessário.)
Identifique o nome das duas placas que se chocaram e deram a origem a cordilheira dos Andes.

R:Placa de Nazca (oeste) e Placa Sul-Americana (leste).

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1)Numa região do Brasil considerada quente e úmida,o noticiário da televisão divulga que ali,o dia seguinte será frio.Essa noticia se refere ao clima ou ao tempo que fará no dia seguinte?Por quê?

R:O tempo é,portanto uma condição atmosférica passageira,que pode mudar de um dia para outro.

2)Observando as nuvens do céu,pode-se ter uma ideia do tempo em determinado dia.Por quê?

R:Porque nuvens mais escuras são sinais de chuva,e com as nuvens mais claras é sinal de tempo com muito sol.

3)No Brasil,as frentes frias geralmente vêm do sul e avançam sobre o litoral e outras regiões do país.

a)Como se forma uma frente fria?

R:Forma-se quando uma massa de ar frio encontra e empurra uma massa da ar quente que estava estacionada em uma região.
b)Cite duas alterações que uma frente fria pode provocar no tempo de determinado local.

R:Podem provocar chuvas fortes,ventos calmos e ar frio ou fresco.


4)Imagine que você leia no jornal,que,ontem,o índice pluviométrico de sua cidade foi de 6 milimetro por hora.

a)O que isso significa?

R:Que choveu em média 6 litros de água por hora,cada 1 milimetro equivalem a 1 litro de água.

b)Como se chama o instrumento usado para medir a quantidade de chuva?

R:Pluviômetro

c)Essa chuva foi fraca ou forte?Explique.

R:Foi uma chuva forte,pois passa ser considerado uma chuva forte quando ela passa de 4 milímetros por hora,e essa chuva foi de 6 milímetros.
5)Em dia úmidos,a evaporação da água na superfície da nossa pele fica comprometida.Assim,num dia quente e úmido,a ação ''refrescante'' do suor e dificultada e costumamos nos sentir desconfortáveis.Sabendo que o aparelho de ar condicionado torna o ar mais seco,pois retira a umidade do ambiente,dê dois motivos que justifiquem o fato de,em dias quentes e úmidos,nos sentirmos mais confortáveis em locais com esse tipo de aparelho.

R:




1 Vantagem-Em dias quentes ele é muito bom pois dependendo do local(fechado)nesses dias a ação que refresca embora possa provocar doenças(muito difícil)é muito boa pois refresca e elimina gases secos.

2 Vantagem-Não se tem tanta vantagem comparado ao clima quente,pois ele causara danos a saude,mais em compensação ele tambem ajuda na eliminação de gases maléficos.


6)Identifique a função dos seguintes aparelhos:

a) termômetro de máxima e de minima; O termômetro de máxima e mínima é usado por fazendeiros para ver, por exemplo, se geou numa certa noite, sem que haja necessidade de vigiar o termômetro o tempo todo.

b) anemômetro;Meteorologia Instrumento que serve para indicar a direção e medir a velocidade do vento.

c) barômetro;É um instrumento para medir a pressão atmosférica.

d)biruta;A biruta ou manga de vento é um aparelho capaz de mostrar a direção do vento

e) higrômetro;É um instrumento que serve para medir a umidade presente nos gases, mais especificamente na atmosfera.

7)Uma pessoa consultou,em determinado local,um barômetro e um higrômetro e conclui que havia grande possibilidade de chuva.Que dados a levaram a essa conclusão?

R:A pressão atmosférica,e medindo a umidade dos gases presentes na atmosfera como o vento,água.


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